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19.5.09

Profissional de mídia independente

Dia desses, recebi um e-mail da Carol (Maito Luz), uma das principais profissionais de mídia de Curitiba. Nós trabalhamos juntas na OpusMúltipla e volta e meia nos encontramos nos eventos do mercado.

Ela havia lido meu blog e comentava sobre o posicionamento que partilhamos: somos profissionais independentes. Eu como redatora, ela como mídia.

Marcamos um café para debater melhor o assunto e, entre um pedaço de brownie e outro, descobrimos que temos a mesma forma de trabalho (independente), que não queremos ser confundidas com “frilas” descompromissados, e que há uma demanda grande no mercado por profissionais como nós.

A Carol, por exemplo, participou recentemente de uma das mais cobiçadas concorrências do mercado nacional. A conta foi para a agência que contratou o seu trabalho.

Ou seja, quando você precisa de alguém experiente para um trabalho específico; quando você está com a pauta lotada e precisa de alguém qualificado para dar uma força; quando você tem um projeto em mãos que não é bem a expertise da sua agência; quando você precisa de parceiros qualificados, chame um profissional independente.

E se você que está lendo também é profissional independente, entre em contato com a gente. Uma das ideias surgidas no café é formar uma rede de parceiros confiáveis para dividir jobs e oportunidades.

12.5.09

Semana do Catálogo do MON

Imperdível: catálogos de exposições do Museu Oscar Niemeyer a partir de R$ 1. Tem livros com até 80% de desconto. Vai de hoje até 17 de maio.

A campanha tem e-mail marketing, cartaz, anúncio de jornal, banner de internet e spot de rádio.

30.4.09

Social Media Brasil: por que ir?

Prá começar, o incentivo a escrever esse post é ganhar um ingresso para o Social Media Brasil. Acho importante explicar isso a quem me lê. Mesmo que eu não seja uma blogueira típica, mesmo que eu não tenha milhares de leitores.

Posts pagos, presentes para blogueiros e concursos como esses vivem sendo assuntos polêmicos nas discussões sobre mídias sociais. Tem blogueiro que não faz, tem outro que faz e avisa sutilmente, tem o terceiro tipo que faz e avisa com estardalhaço, para tentar manter um equilíbrio entre sua credibilidade e a necessidade/vontade de receber benefícios/presentes/remuneração.

Não é bem o meu caso, porque meu blog é escancaradamente comercial, no sentido de ser uma ferramenta para mostrar meu trabalho. Assim, ganho (ou pelo menos tento ganhar) dinheiro com ele, de forma indireta. No cenário ideal, as pessoas conhecem meu trabalho, me contratam, eu faço mais trabalhos e ganho por isso.

A questão da popularidade x credibilidade dos blogueiros me interessa mais pelo aspecto de: como articular esses fatores na hora de incluir mídias sociais no planejamento de comunicação para uma marca?

A preocupação vem crescendo porque a demanda cresce igual. E cresce tanto que eu acho até que já começa a incomodar. Foi essa minha interpretação do editorial da Regina Augusto, do jornal Meio&Mensagem, publicado na edição de 27 de abril.

Eu gosto muito das coisas que ela escreve. Normalmente, é tudo bastante pertinente. Já percebi ela puxar a orelha do mercado publicitário nos seus editoriais. Mesmo que sutilmente, foi corajoso. Afinal, sua publicação vive dele. Mas dessa vez, senti um recado.

Vou reproduzir o “olho” ou seja lá como se chame aquele pedaço de texto em destaque no centro de uma matéria: “há uma certa euforia adolescente em torno das novidades trazidas pelas atuais formas de comunicação e expressão, cujos desdobramentos ficam apenas na superfície e escancaram um comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”.

Ela faz referência a um livro, O culto do amador: como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores, de Andrew Keen, “empreendedor pioneiro do Vale do Silício”. Ainda citando a jornalista, “para Andrew Keen, quando blogueiros e autores de vídeos anônimos, sem qualquer padrão profissional ou filtro editorial, podem manipular a opinião pública, a verdade torna-se uma mercadoria a ser comprada, vendida e reinventada”.

Eu não li o livro, pode ser que o viés não seja exatamente esse. Mas, sobre o que está escrito acima: quer dizer então que está tudo ok manipular com qualidade profissional e filtro editorial? O problema não está na manipulação, e sim na “democratização” do poder de manipulação? Me parece que é isso. O mainstream se ressente. Será que esse editorial é um porta-voz dos medos da indústria da comunicação?

Em seguida, a Regina Augusto diz que não tuíta porque não acha relevante para os outros ficarem sabendo o que faz ao longo do dia. Ok, eu penso como ela. Porém, outras pessoas têm muita coisa relevante para dizer, e eu as sigo no meu Twitter. Posso não tuitar muito, mas gosto de ver os outros tuitando. O problema não é a ferramenta, e sim a maneira como a gente utiliza. E mesmo que eu não quisesse usar o Twitter, como profissional de comunicação (que ela também é) eu devo usá-lo, ou no mínimo saber como se usa.

O que tudo isso tem a ver com um evento onde se discutirão as mídias sociais? O simples fato de que, goste ou não, quem trabalha com comunicação tem que saber o que está acontecendo. E participar do Social Media Brasil é uma oportunidade.

Sobre “euforia adolescente” e “comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”, é fácil: a gente tem poder de escolha, na mídia de massa e nas mídias sociais, na vida real e na virtual.

Como parte da tarefa, este é o link para o post do concurso no blog do Social Media Brasil: http://socialmediabrasil.com.br/Blog/promessa-e-divida-mais-uma-promocao-no-social-media-brasil/

E clicando aqui você fica sabendo de mais informações sobre o evento.

Nos vemos no dia 5 de junho, no Teatro Gazeta, em São Paulo. Até lá!

P.S.: acabei não indo... final de semestre na faculdade, toneladas de provas para aplicar e corrigir, ficou inviável viajar. Mas fui no EDTED - Encontro de Design e Tecnologia Digital, aqui em Curitiba, no mesmo fim de semana. Bacana!

Curso: criação e redação para marketing direto

Vou ministrar esse curso na Universidade Positivo, nos dias 9 e 16 de maio (sábados), das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Se você passar por aqui e souber de alguém que possa se interessar, por favor, ajude a divulgar!

***

Criação e redação para marketing direto


O marketing direto e o marketing de relacionamento são duas das disciplinas que mais ganham importância no mundo da comunicação integrada. É por isso que existe até um Leão no Festival de Cannes específico para elas (Lions Direct).

Neste curso, você vai aprender como desenvolver uma ação bacana e criativa de marketing direto, com foco principal na redação.

Mesmo se você não é (ou não quer ser) redator, vai aproveitar bastante o conteúdo, porque ele ensina também a compreender o que é o marketing direto bem feito, quais são as dificuldades, quais são os segredos.

Se você é estudante ou está procurando seu lugar ao sol no mercado publicitário, mais um bom motivo para participar: existem poucos profissionais em Curitiba que sabem criar para marketing direto. É um diferencial que você pode conquistar.


Quem ministra o curso

Adriana Baggio – redatora especializada em comunicação dirigida; profissional de marketing direto mais premiada no último Festival do Anuário do CCPR; já atuou em agências como OpusMúltipla, GreyZest Direct e RMG Connect; conquistou diversos prêmios no Festival do Anuário do CCPR, Colunistas Paraná, Colunistas Brasil, ABEMD; professora universitária.


Faça sua inscrição

http://www.up.edu.br
=> Extensão => Cursos de Extensão e Educação Continuada => Humanas

7.4.09

Redação sobre Páscoa

Sua professora pediu uma redação sobre a Páscoa, é isso? E antes de tentar tirar qualquer coisa original de dentro dessa sua cacholinha, você foi direto ao Google ver se encontrava a dita já pronta. Aí você acabou caindo aqui, neste blog que fala de Páscoa, fala de redação, mas não tem nada do que você precisa. 

Taí, primeira lição: não acredite em tudo que o Google diz. 

Segunda lição: alguns dos principais problemas do nosso país são fruto do analfabetismo funcional e da falta de ética. Não entendeu? Nem o Google vai conseguir te explicar...

Terceira lição: quem escreve minimamente bem tem mais chances na vida. E para escrever bem é preciso ler. Internet não vale, pelo menos não para você, que ainda está na escola. Larga esse computador e vai atrás de um livro. 

Quarta lição: os professores também conhecem internet, conhecem Google. Eles podem encontrar o trabalho que você copiou descaradamente. Se eles forem bons professores, você vai tirar um merecido zero nessa redação.

Quinta lição: aprenda a pensar com a própria cabeça. Exercite a imaginação. Tenha ideias, muitas ideias. Ao invés de ser a pessoa que copia coisas da internet, seja aquela que coloca coisas (boas) na internet. Chega de repetir bobagens.

Sexta lição: existem programas que mostram para a gente quantas pessoas entraram no nosso blog, que palavras elas procuraram, de que cidade elas vêm. "Redação sobre a Páscoa" tem sido a busca campeã dessa semana. E é por isso que eu estou dando essa bronca.

Se você resolver fazer um texto ORIGINAL sobre a Páscoa, sem copiar da internet, me mande para eu ver como ficou.

A propósito, Feliz Páscoa e boa sorte na redação!

Dá prá aguentar?


E-mail marketing do jornal Meio&Mensagem, divulgando o Wave Festival in Rio.

Foi erro? Ou é uma piada? 

O primeiro "dá" (preposição de + artigo a) não deveria ter acento. Já o segundo "da" (3ª pessoa do presente do verbo dar) deveria e não tem.

Ou, quem sabe, é uma gracinha entre o duplo sentido do verbo "dar" e "misturar negócios com prazer"?

Tomara que seja problema de revisão. Mesmo um erro crasso desses é melhor do que a possibilidade de terem aprovado uma piadinha tão irrelevante e de mau gosto.

30.3.09

Museu, loja e café

Depois de visitar uma exposição, nada melhor que trocar impressões enquanto se saboreia um café e comprar uma lembrancinha da loja do museu. 

MON Loja e MON Café têm textos meus no flyer de divulgação do Museu Oscar Niemeyer, feito pela Brainbox Design Estratégico.

***

E por falar em gastronomia & museu... se for a São Francisco do Sul, em Santa Catarina, não deixe de visitar o Museu Nacional do Mar e de curtir os pratos do Bistrô do Museu.

Visitei o museu há alguns anos e achei muito bacana. Ele fica em um belo edifício na beira da baía, próximo ao Porto. Nem vou comentar das atrações do museu porque, dessa vez, fui direto ao bistrô.

O restaurante fica nos fundos do prédio, de frente para o mar. Tem um deck coberto com sapé e confortáveis mesas e cadeiras de madeira. O cardápio é simples e enxuto, com preços bem amigáveis e pratos muito saborosos. Pedi um linguado com molho de alcaparras, acompanhado por uma salada bem caprichada, arroz, fritas e feijão (!).

Dois senões: o camarão ao bafo vem refogado em cebola (eca!) e os temperos (azeite, vinagre) são colocados naqueles vidros tipo borrifador.

Uma coisa muito bacana é que o bistrô é "dog friendly". Me deixaram entrar com o Ferrugem e até deram água para ele, que por sua vez se sentou na cadeira e ficou bem comportadinho.

Da próxima vez, quero ir sem ter que pegar estrada depois, para poder beber cerveja olhando o mar.

Esse é o Ferrugem.

24.3.09

Freela na Opus


Mais um período freelando na OpusMúltipla. Dessa vez, duas semanas cobrindo as férias de um redator da Comunicação Dirigida. 

Para quem trabalha de forma independente, esses períodos "dedicados" funcionam quase como um curso de atualização. Você troca idéias, participa de grandes projetos, se recicla. Também é importante para circular no mercado, já que o redator independente, por não estar todo dia dentro de uma agência, às vezes pode ser "esquecido".

Freela dedicado também é trabalho dobrado. Os jobs avulsos ficam para a noite, depois da aula. Uma correria básica para lembrar que, mesmo independente, a vida de criativo é uma loucura.

Que o diga meu devoir de Francês. Não sei se vai dar tempo de fazer...

18.3.09

Je suis une conceptrice-rédactrice publicitaire indépendente

Ser redatora independente (freelance) tem seus luxos: voltei a estudar Francês, às segundas e quartas-feiras, 10h30 da manhã. No primeiro dia de aula, a indefectível apresentação: como você se chama, quantos anos tem, o que faz?

Tento resgatar meus anos de francês e respondo: "je fait les textes publicitaires comme freelance - je ne sais pas comment s'appelle en français". Le prof repondre: "redactrice indépendente". Je suis très hereuse. Redatora independente. Soa muito bem em francês a forma como me posiciono em português.

Busco o cargo na internet e encontro algumas agências canadenses oferecendo emprego para conceptrice-rédactrice publicitaire (sim, no feminino, junto com a versão no masculino - rédacteur-concepteur publicitaire. Pessoal super politicamente correto).

C'est bon
. Isso quer dizer que estão querendo redatores que também tirem conceitos, que pensem em um caminho, que até resolvam um problema de comunicação. Bien, será que isso já não faz parte do job description de um (bom) redator?

Ou será que existe dificuldade em encontrar rédacteurs-concepteurs, ou seja, redatores que também tirem um conceito, pensem em uma solução?

17.2.09

5 cargos em social media: qual você escolheria?

Quando crescer eu quero ser Blogger Outreach Manager/Blog Cultivation Expert ou Community Manager, dois dos "5 novos cargos que devem surgir nos próximos anos na Social Media" - post do Helton Kuhnen, do blog da Coworkers, agência de projetos em mídias sociais.

Taí uma mistura de redação publicitária e relações públicas, que bem poderia se chamar "relações publicitárias".


11.2.09

Flyer Piemonte Grill


O Piemonte Grill é um restaurante um pouco diferente daqueles que fazem a fama de Santa Felicidade, o bairro italiano de Curitiba. Primeiro nasceu com um cardápio bastante focado em carnes. Depois, inovou ao adotar o sistema de bufê nos almoços dos dias da semana.

Não existia nenhum restaurante bacana no bairro com esse serviço. E para quem mora ou trabalha lá e queria almoçar em um lugar legal, antes dele a única opção eram os rodízios (deliciosos, mas não tem bolso nem silhueta que aguente aquela comilança todo dia).

Agora o Piemonte Grill estendeu o sistema de bufê por quilo para todos os dias da semana, a exemplo de outros do bairro que seguem o mesmo estilo.

Este flyer é para divulgar a novidade e mostrar que a qualidade continua a mesma, só que com mais vantagens para quem prefere flexibilidade na hora de montar seu prato. Freela meu para a Contato, com design da Claudia Biss.

Assim, o bairro tem restaurantes para todos os gostos: rodízio, o quilo, o bufê livre, à la carte. Pra ficar perfeito falta apenas uma opção mais em conta deste último estilo (o Famiglia Fadanelli é meio salgado - a conta, não oprato).

É a proposta ideal para quem não quer enfiar o pé na jaca no rodízio mas também prefere esperar confortavelmente que a comida venha até a mesa.

10.2.09

Novo estilo de comunicação, novo perfil profissional

No final de janeiro fiz um curso de Planejamento de Comunicação em Meios Digitais na Jump Education, em São Paulo. Recomendo para todo mundo que, como eu, quer trabalhar com meios digitais, redes sociais, novas mídias. Ou que se viu jogado no meio de uma fogueira dessas mas não sabe muito bem como botar em prática (aliás, uma das melhores coisas do curso é que eles mostram modelos que você pode aplicar no mesmo dia, impressionando seu chefe/cliente).

O interessante desse tipo de projeto (em redes sociais, por exemplo) é que as delimitações de funções ficam um pouco mais tênues. O redator, por exemplo, tem um papel grande no planejamento. E o planejador ou gerente de projetos participa ativamente do que em outras ferramentas seria atribuição específica dos “criativos” (produzir um conteúdo, por exemplo).

A designação de redator não significa que você apenas escreve com base em um briefing. Criativos experientes (e eu tomo a liberdade de me incluir nessa categoria) acabam participando ativamente de planejamento e da arquitetura de uma ação – ou porque estão em estruturas pequenas e têm que fazer de tudo, ou porque tiveram cargos de gestão e contribuíram para grandes projetos.

Acho que é por isso que essas novas mídias e novos formatos me atraem tanto. Assim como caem por terra as denominações e limites das mídias tradicionais, o profissional também se reinventa e pode explorar outras habilidades.

Agora, como a gente apresenta esse perfil em um cartão de visita? Alguma sugestão?

27.1.09

Texto para calendário Brainbox



A Brainbox é um escritório de design estratégico para quem eu tenho o maior orgulho de prestar serviços de redação. Agora, no início do ano, eles mudaram a estrutura para um charmoso prédio na praça Osório, em Curitiba (para quem não é da cidade, a praça é o início da rua XV, o primeiro calçadão do Brasil e ponto obrigatório para frequentadores locais e turistas).

Para divulgar a mudança e celebrar o novo ano, o pessoal da Brainbox desenvolveu um calendário lindo, com imagens da praça produzidas pelos designers da casa. Complementam estas imagens textos deliciosos do músico, poeta e redator Paulo Vítola.

Minha modesta contribuição para esse trabalho está no texto de abertura do calendário, com o título "Tem novidade na praça". Um simples aperitivo para o verdadeiro banquete que vem depois.

By the way
, a Brainbox Design Estratégico está instalada na praça Osório, 45, sala 502, sob os cuidados de José Henrique Rodrigues e Ludger Tamaoki.

23.1.09

Brinde útil, barato e criativo para dentistas



Quem disse que ações de marketing direto e de relacionamento são muito caras para profissionais liberais? Existe todo tipo de ação, de peça, de campanha. O importante é encontrar a melhor solução para cada orçamento.

Aliás, profissionais liberais como médicos, dentistas, nutricionistas, advogados não só devem como precisam desenvolver esse tipo de ação, para poder manter e ampliar sua clientela. E devido ao código de ética dessas profissões, o marketing direto e de relacionamento são excelentes ferramentas.

Para a Dra. Rafaella Brenner, dentista, a Contato propôs um simpático cartão, que também contém 10 metros de fio dental (o produto é da Fiocard). Com texto meu e visual da Claudia Biss, o cartão felicita os pacientes no final de ano e marca presença.

É um brinde simples, de custo baixo, mas que gerou uma repercussão bastante positiva entre o público. Afinal, além de desejar boas festas, a mensagem mostra que a Dra. Rafaella se preocupa com a saúde dos dentes dos seus clientes.

Presente de final de ano para Contato


O final de ano chegou embalado por notícias sobre a “crise”. Muitas empresas já puxaram o freio em novembro e dezembro porque foram afetadas pela nova conjuntura econômica. Outras, simplesmente pelo susto.

Apesar das previsões pessimistas, acredito que 2009 pode ser um ano muito bom. Vai ser preciso repensar algumas coisas, mas isso não é positivo? Acho que todos serão mais criteriosos e exigentes, inclusive nos serviços de comunicação. Neste cenário, profissionais sérios, parceiros e com foco em resultado têm boas chances de sucesso.

Esse clima norteou um pouco o conceito do presente de fim de ano da Contato. O passarinho foi escolhido pelo simbolismo e pela beleza do trabalho da Adri Pereira, que faz muitas coisas fofas como essa.

Pelas mãos da Claudia Biss, o passarinho virou uma ilustra linda, presente no cartão e no papel de parede virtual que criamos para disponibilizar no site da agência.

Meus textos foram inspirados por Mário Quintana. Realmente acredito que tudo passará, se a gente passarinho.

E agora, como se escreve?

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está valendo desde janeiro. Apesar de ainda não ser obrigatório, editoras e veículos de comunicação brasileiros já estão adotando. Eu também vou procurar usar a nova forma nos textos para meus clientes.

Abaixo, um guia resumido que preparei para o site da Contato.


***

K, Y e W: bem-vindas ao alfabeto


Na prática, não muda muita coisa: as palavras que continham essas letras continuam tendo. A diferença é que, agora, elas são oficialmente parte do nosso alfabeto.


Nova Iorque também é chique mesmo sem Y e sem K

Sempre que possível, substituir os nomes de locais estrangeiros pela palavra correspondente em português. Vai para o Canadá? Prefira Quebeque ao invés de Quebec.


Meses, estações do ano, dias da semana, pontos cardeais

Está oficializado: tudo isso se escreve com letra minúscula.


Fique tranquilo: o trema não existe mais

Você pode escrever linguiça assim, sem nenhuma consequência negativa.


Tirar o acento agudo foi uma boa ideia?

Ditongos abertos –ei, -oi e –eu das palavras paroxítonas (aquelas que têm a penúltima silaba tônica) não recebem mais acento agudo. Outros exemplos: assembleia, paranoico, heroico.

O acento continua valendo para as oxítonas (última sílaba tônica) nessas condições: anéis, chapéu, herói.


Encontros vocálicos perdem o “chapéuzinho”

Palavras com –oo e –ee não têm mais acento circunflexo. Ao invés de vôo, agora é voo; no lugar de lêem, é leem.


Palavras se unem com a queda do hífen

O hífen não existe mais nestas e em outras situações:

• em palavras compostas que já não têm explícita a noção da composição:

manda-chuva => mandachuva; ferro-velho => ferrovelho

• em vocábulos com prefixo, em que o prefixo terminar com vogal e o segundo elemento começar com consoante, ou quando o segundo elemento começar com uma vogal diferente daquela com a qual termina o prefixo:

contra-regra => contrarregra; ultra-sonografia => ultrassonografia
extra-oficial => extraoficial; auto-ajuda => autoajuda


Palavras se separam com a inclusão do hífen

Essa regra vale para as palavras com prefixo em que o final do prefixo e o início do segundo elemento têm a mesma vogal:

antiinflacionário => anti-inflacionário; microondas => micro-ondas

***

Para saber mais e se atualizar com segurança, você pode consultar as informações sobre o Acordo disponíveis na internet (o site do iG tem um conteúdo bem interessante) ou adquirir um dos muitos livros publicados sobre o assunto (como O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – o que muda, o que não muda, da Editora Contexto, que serviu de referência para esse texto).

Também tem um texto meu, no site Digestivo Cultural, falando sobre as mudanças e lamentando o desaparecimento do trema. Eram tão bonitinhos aqueles dois pontinhos…

Aproveite para comentar: o que você achou do Novo Acordo? Vai facilitar ou dificultar a sua vida?

8.1.09

Produção de conteúdo para Hotéis Slaviero





A Slaviero é uma importante rede de hotéis que atua no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, com opções de hospedagem que vão do luxo ao prático, do família ao business. Em todas elas, o hóspede é tratado com proximidade, com calor humano.

Os Hotéis Slaviero queriam passar estes valores no presente de final de ano dirigido a seus clientes e parceiros. Para esse projeto, ao invés de buscar algo já existente no mercado, desenvolvemos um brinde exclusivo, com um conteúdo totalmente personalizado para o hotel.

O presente é um kit para bate-papo, uma forma de estimular a interação entre as pessoas, já que passamos a maior parte do tempo conversando por meio de e-mail, messenger, celular, etc. O kit é composto por um par de porta-copos e um jogo de cartas com perguntas instigantes, para fomentar conversas. As cartas são divididas em 4 grupos, cada um representando um estilo de hotel Slaviero: Conceptual, Executive, Slim e Suítes.

O design e todas as perguntas foram elaborados pela Contato, seguindo o estilo de cada hotel. Assim, as perguntas e o visual do grupo de cartas Conceptual têm a ver com os temas relativos a essa segmentação.

Produzimos um conteúdo totalmente personalizado e exclusivo para o hotel Slaviero. Seja em um brinde ou em uma ação de comunicação, a produção de conteúdo relevante é uma estratégia para aproximar ainda mais o consumidor ou o cliente da marca.

Ao oferecer algo que seja útil (informativo, divertido) para o público, fazemos com que ele nos procure, ao invés de impor nossa mensagem a ele.

Ficha técnica

• agência: Contato Gestão de Comunicação
• criação: Adriana Baggio e Claudia Biss
• atendimento: Claudia Rezende e Viviane Aroldi
• produção: Arts&Krafts

Este post também foi publicado no site da Contato.

Convite + gifting Rocha Top



Um evento de confraternização é uma das mais legítimas oportunidades de relacionamento que uma empresa pode ter com seus clientes. O momento é de celebrar, mas nem por isso a marca e a identidade precisam ser deixados de lado.

Para o evento de final de ano da empresa de logística Rocha Top (em parceria com a NileDutch), desenvolvemos um convite que alinhou vários aspectos da marca e do acontecimento:

• sofisticação, representando o prestígio dos clientes da empresa;
• o tema navegação, que tem a ver com o core business da Rocha;
• e o conceito de dois mundos - oriente e ocidente, pois o coquetel aconteceu no Buddha Bar (interior da Daslu, em SP) um espaço de inspiração oriental.

Ao final do evento, os convidados receberam um exemplar do livro Por mares nunca dantes navegados, de Fábio Pestana Ramos, publicado pela Editora Contexto. Eu tinha acabado de saber do lançamento desse livro e sugeri como brinde. Envolvemos ele com uma cinta contendo uma mensagem de fim de ano e a sugestão de que o presente poderia ser uma boa leitura de férias.

Isso é gifting. Pesquisar um brinde que tenha a ver com a marca, com o público que irá recebê-lo e que possua um conceito poderoso. Não importa o valor material do presente. Quando ele é relevante, sempre agrada e torna-se uma forte lembrança de marca.

Ficha técnica
• agência: Contato Gestão de Comunicação
• criação: Adriana Baggio e Claudia Biss
• atendimento: Viviane Aroldi e Claudia Rezende.

Esse post também foi publicado no site da Contato.

17.12.08

Propaganda 2.0 na rádio 91 Rock

O Debate&Rebate é um programa semanal do CCPR, realizado pela rádio 91 Rock. Vai ao ar ao vivo, às segundas-feiras, das 21h às 22h, e é transmitido do Shopping Estação.

A cada edição, dois profissionais de comunicação falam sobre um tema da área. Também tem espaço para o público assistir a transmissão, fazer perguntas, etc. (aliás, é uma bela oportunidade para alunos de jornalismo ou para quem quer trabalhar em rádio, para ver como funciona o esquema).

Rádio é muito legal, né? Sempre fui fã. Até fiz um curso de locução na Socipar (existe ainda?), de uns 2 meses. O mais próximo que cheguei de trabalhar com a voz foram umas dublagens para vídeo de treinamento. Adorei a experiência!

Curti muito participar do Debate&Rebate. O tema era Propaganda 2.0 (putz, como é que eu não lembrei desse case?) e quem debateu comigo foi o Flávio Vidigal, que é supervisor de criação digital da RMG Connect. A Rafinha Malucelli é a jornalista e moderadora do programa, e a Camila é produtora. As duas são uns amores.

Uma hora de programa parece muito, mas não é. A gente fica com vontade de explorar mais o assunto, que é novo, ainda sem muitas regras estabelecidas. A parte boa é que dá para continuar debatendo no blog do programa. Então, se você quiser dar um pitaco sobre Propaganda 2.0, apareça lá e vamos engrossando o caldo.

Afinal, geração de conteúdo pelo usuário é super 2.0.



Eu, a Rafinha e o Flavio, no estúdio armado no Shopping Estação para transmissão ao vivo do programa.


A presença de figuras ilustres abrilhantam ainda mais o programa. Na platéia, o professor de produção de áudio da Facinter e da Unifae, Tatá Vaz.

Esse post também foi publicado no site da Contato.