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26.8.09

Entrevista para o bloggSPY


Olhem só que chique: fui convidada para dar uma entrevista para o blog do Murilo, o bloggSPY. E agora ela foi publicada. Murilo, super obrigada por suas palavras tão gentis.

O blog do Murilo é um bom exemplo de estratégia de posicionamento, que muita gente vê nos livros e às vezes não entende como funciona.

Entre tantos blogs de publicidade que existem por aí, ele resolveu posicionar o bloggSPY de maneira diferenciada: fazendo e publicando entrevistas com pessoas ligadas à área de publicidade. Ele definiu um perfil para o blog e realiza ações para tornar esse perfil/posicionamento consistente.

Quem não tem blog talvez ache que é fácil ficar escrevendo, alimentando. Mas não é. A não ser que você vá escrever qualquer besteira, tem que trabalhar no tema, pesquisar, ir atrás. Para fazer as entrevistas, tem que entrar em contato com as pessoas, aguardar uma resposta, enviar as perguntas, depois publicar, etc.

E enquanto escreve no blog, o Murilo constroi relacionamentos, se posiciona e pratica a redação, que ele diz que adora. Então, fica aí a dica para aqueles que me perguntam como faz para ser redator: que tal começar a praticar em um blog bacana?

23.8.09

Networking para professores

Tem uma pergunta que invariavelmente todo professor universitário alguma dia na vida irá ouvir (normalmente vinda de aluno): "professor, você também trabalha ou só dá aula?".

É engraçada, mas reflete a percepção de que dar aula não é um trabalho como os outros, em que você tem chefe, metas, aspirações de carreira, promoções, reuniões, projetos, horas extras, enfim, todos aqueles termos e atividades que caracterizam a vida corporativa.

Parece que dar aula é um hobby remunerado e com a vantagem de ter férias 2 vezes por ano. É porque as pessoas não conhecem as atividades que um professor faz antes e depois da aula e durante as "férias": ler, ler, ler, ler, estudar, preparar aula, procurar cases e exemplos, corrigir provas e trabalhos, lançar conteúdo no portal, responder e-mail de aluno, fazer aquele projeto que o coordenador pediu, lançar notas e presenças no diário eletrônico, convocar os amigos para um bate-papo com seus alunos, participar de reuniões pedagógicas, atualizar o currículo Lattes e mais uma infinidade de coisas.

Não estou reclamando, acho que isso faz parte do nosso job description. É só para mostrar que professor trabalha sim, e muito.

Apesar de tantas atividades, vivemos em busca de mais trabalho, mais aulas, mais projetos. Mas professor trabalha à noite, então não faz happy hour, o que prejudica o networking. É difícil encontrar professores e coordenadores de outras instituições, porque não há eventos em que a gente possa se reunir. E para conseguir mais aulas ou mudar de instituição, assim como em empresas "normais", a indicação e o relacionamento ainda são o melhor caminho.

Aqui em Curitiba, os professores têm uma opção: o GPCON. O Grupo de Professores e Consultores, fundado pelo professor Carlos Frederico de Andrade, promove um almoço mensal onde os professores se encontram para conversar, trocar ideias e fazer networking. O site do grupo também atualiza sobre lançamento de livros, publica artigos de associados e o mais importante: divulga oportunidades de trabalho para professores, que muitas vezes não são anunciadas em nenhum outro lugar.

Faço parte do GPCON há quase 1 ano. Nem sempre consigo ir nos almoços, mas quando vou é muito divertido. Confesso que sou meio bicho-do-mato, não tenho muita facilidade para puxar conversa com pessoas que ainda não conheço, mas mesmo assim vejo e sou vista.

Quinta que vem, a última do mês, deve ter mais um almoço. Se eu não estiver lotada de jobs (do meu outro trabalho, como redatora), vou lá fazer um social, encontrar os colegas e vender meu peixe acadêmico. Afinal, ainda não fechei minhas aulas para 2010!

14.8.09

GettyImages queima o filme




Eu juro que eu não entendo como é que uma empresa que tem como público-alvo as agências de publicidade veicula um anúncio como esse.

Será que eles acham que não existe mulher trabalhando em criação? Que não tem diretora de arte que escolhe e compra imagem? Que as pessoas - mulheres ou homens - têm tanto mau gosto a ponto de acharem "bacana" esse tipo de abordagem?

Será que a Getty não tinha nada mais relevante para associar ao seu produto?

Se eu fosse diretora de arte, boicotava essa empresa.

Se eu fosse o Meio&Mensagem, não veiculava esse banner.

E se uma imagem vale por mil palavras, as que correspondem a esse anúncio são impublicáveis.

11.8.09

Meu cliente de São Paulo


Uma das maravilhas da internet é a possibilidade de desenvolver relacionamentos à distância, especialmente os profissionais. Acredito que eles só funcionam se a ética for a mesma dos relacionamentos "presenciais", o que nos leva a uma constatação básica, mas que muita gente esquece: internet ou outras formas de comunicação virtuais são apenas um meio. A mensagem continua seguindo as regras de sempre.

Esse é um dos trabalhos que fiz à distância para a Technoart e seu cliente Scania (que em um dos primeiros e-mails, gafe das gafes, eu chamei de Volvo).

A Technoart é uma agência de design gráfico e comunicação e fica em São Paulo. Eles "me acharam" por meio do blog. Ainda não nos conhecemos pessoalmente, mas já tocamos alguns jobs juntos.

A imagem é do folder de divulgação do programa de financiamento do BNDES Procaminhoneiro. As condições de pagamento são excelentes e, se forem usadas para a compra de um Scania, é ainda melhor, né?

7.8.09

Curso de redação com 10% de desconto especial para você




O Mauro, da Integra Cursos, pediu uma ajuda na divulgação do curso Redação Publicitária - Elabore Textos Criativos e Eficazes, com o Zeca Martins, que acontece dia 28/08, sábado, das 8h às 18h, em São Paulo.

O Zeca é publicitário e escreveu livros que são bastante utilizados nas faculdades de Publicidade, como o Propaganda é isso aí e Redação publicitária: a prática na prática. Eu tenho este último, é bem bacana.

Pedi ao Mauro um benefício especial para os leitores do blog. Então, se você se interessar em fazer o curso, terá um desconto de 10% no valor da inscrição. Para ganhar o desconto, ao preencher a ficha de inscrição, coloque no item "como soube deste curso" a opção “outros” e digite "adriana.baggio".

Para saber mais sobre o curso, veja outras informações logo abaixo ou acesse o site da Integra: www.integracursos.com.br. O Zeca também tem um blog, dá uma olhada: http://zecamartins.blogspot.com/

Para quem fizer o curso, depois me conte se foi legal, ok?

***

Curso de Redação Publicitária - Elabore Textos Criativos e Eficazes

O curso faz uma imersão no processo criativo, oferecendo recursos voltados ao desenvolvimento de habilidades essenciais para quem redige textos para publicidade e outras ações de marketing.

29 de agosto (sábado) - das 8h às 18h - carga horária: 8 horas
Público alvo: estudantes e profissionais de propaganda e marketing, publicidade, jornalismo; profissionais de agências de publicidade; jornalistas e outros profissionais responsáveis pela produção de conteúdo escrito em suas empresas.


Temas
• Apresentação de técnicas para elaboração e desenvolvimento do texto criativo;
• Fundamentos de construção do texto publicitário;
• Síntese;
• Conotação e denotação;
• Rede semântica;
• Escrevendo para diferentes targets;
• Adequando textos para diferentes mídias.


Zeca Martins é graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM com Pós-Graduação em Administração de Marketing pela EAESP-FGV. Possui ampla experiência em gerenciamento de comunicação corporativa, marketing direto, RP & Imprensa, criação publicitária, lançamento e posicionamento de produtos. Ex-Professor universitário. Autor de livros sobre Propaganda adotados em universidades de todo o país como “Propaganda É Isso Aí”, “Redação Publicitária: A Prática na Prática” entre outros.

Local: Espaço Abinee - Avenida Paulista, nº 1.439, 6º andar - São Paulo - SP (ao lado da estação Trianon Masp do Metrô)
Investimento
Estudantes (graduação e pós-graduação): R$150,00. Pagamento em 2 vezes, 50% na reserva de vaga (R$75,00) e 50% no dia do curso (R$75,00).

Profissionais: R$300,00. Pagamento em 2 vezes, 50% na reserva de vaga (R$150,00) e 50% no dia do curso (R$150,00).

No valor está incluso welcome-coffee, material de apoio e certificado.

Estas informações foram passadas pela Integra Cursos.

20.7.09

Férias da criançada? O melhor lugar é o MON.



Lembro de um comercial muito legal, acho que é da Tilibra, que mostrava uma rua inteira comemorando quando terminaram as férias e as crianças voltaram às aulas. Retrata a mais pura realidade...

Com pai e mãe trabalhando fora, sempre surge o dilema: o que fazer com as crianças nas férias?

O MON realiza oficinas de criação que são perfeitas para as crianças e para os pais. É uma diversão de qualidade para elas (e como estão precisando disso: arte, cultura, sair de casa, estimular a criatividade...) e, ao mesmo tempo, ajudam a "dar um refresco" para os adultos.

Enquanto as crianças pintam e bordam, dá para tomar um café no MON Café, fazer umas comprinhas na MON Loja e, é claro, visitar as exposições.

Fica aí a dica para as férias dos curitibanos e a inspiração de programa de férias para quem não é da cidade.

15.6.09

Entrevista site Unibrasil

A professora Maria Paula Mader, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Unibrasil, me entrevistou para o site da instituição. Ali eu dou meus pitacos sobre a integração na comunicação, a formação do publicitário, o caminho que a publicidade está seguindo.

Para ler, clique aqui.

1.6.09

Reflexões sobre o curso de Marketing Direto

Maio foi um mês excelente de trabalho. Tão bom que eu deixei o blog meio de lado, sem atualizar. Deixei, por exemplo, de falar de uma experiência muito bacana, que foi o curso de Criação e redação em marketing direto e de relacionamento que ministrei na Universidade Positivo. Foram dois sábados, dias 9 e 16 de maio, das 9h às 18h. E a turma aguentou firme todas essas horas de conteúdo.

Aliás, uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura. Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.

Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.

Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal Meio&Mensagem apresentou uma reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).

Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.

Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios, a mala direta sobrevive. E está ganhando um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.

Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.

19.5.09

Profissional de mídia independente

Dia desses, recebi um e-mail da Carol (Maito Luz), uma das principais profissionais de mídia de Curitiba. Nós trabalhamos juntas na OpusMúltipla e volta e meia nos encontramos nos eventos do mercado.

Ela havia lido meu blog e comentava sobre o posicionamento que partilhamos: somos profissionais independentes. Eu como redatora, ela como mídia.

Marcamos um café para debater melhor o assunto e, entre um pedaço de brownie e outro, descobrimos que temos a mesma forma de trabalho (independente), que não queremos ser confundidas com “frilas” descompromissados, e que há uma demanda grande no mercado por profissionais como nós.

A Carol, por exemplo, participou recentemente de uma das mais cobiçadas concorrências do mercado nacional. A conta foi para a agência que contratou o seu trabalho.

Ou seja, quando você precisa de alguém experiente para um trabalho específico; quando você está com a pauta lotada e precisa de alguém qualificado para dar uma força; quando você tem um projeto em mãos que não é bem a expertise da sua agência; quando você precisa de parceiros qualificados, chame um profissional independente.

E se você que está lendo também é profissional independente, entre em contato com a gente. Uma das ideias surgidas no café é formar uma rede de parceiros confiáveis para dividir jobs e oportunidades.

12.5.09

Semana do Catálogo do MON

Imperdível: catálogos de exposições do Museu Oscar Niemeyer a partir de R$ 1. Tem livros com até 80% de desconto. Vai de hoje até 17 de maio.

A campanha tem e-mail marketing, cartaz, anúncio de jornal, banner de internet e spot de rádio.

30.4.09

Social Media Brasil: por que ir?

Prá começar, o incentivo a escrever esse post é ganhar um ingresso para o Social Media Brasil. Acho importante explicar isso a quem me lê. Mesmo que eu não seja uma blogueira típica, mesmo que eu não tenha milhares de leitores.

Posts pagos, presentes para blogueiros e concursos como esses vivem sendo assuntos polêmicos nas discussões sobre mídias sociais. Tem blogueiro que não faz, tem outro que faz e avisa sutilmente, tem o terceiro tipo que faz e avisa com estardalhaço, para tentar manter um equilíbrio entre sua credibilidade e a necessidade/vontade de receber benefícios/presentes/remuneração.

Não é bem o meu caso, porque meu blog é escancaradamente comercial, no sentido de ser uma ferramenta para mostrar meu trabalho. Assim, ganho (ou pelo menos tento ganhar) dinheiro com ele, de forma indireta. No cenário ideal, as pessoas conhecem meu trabalho, me contratam, eu faço mais trabalhos e ganho por isso.

A questão da popularidade x credibilidade dos blogueiros me interessa mais pelo aspecto de: como articular esses fatores na hora de incluir mídias sociais no planejamento de comunicação para uma marca?

A preocupação vem crescendo porque a demanda cresce igual. E cresce tanto que eu acho até que já começa a incomodar. Foi essa minha interpretação do editorial da Regina Augusto, do jornal Meio&Mensagem, publicado na edição de 27 de abril.

Eu gosto muito das coisas que ela escreve. Normalmente, é tudo bastante pertinente. Já percebi ela puxar a orelha do mercado publicitário nos seus editoriais. Mesmo que sutilmente, foi corajoso. Afinal, sua publicação vive dele. Mas dessa vez, senti um recado.

Vou reproduzir o “olho” ou seja lá como se chame aquele pedaço de texto em destaque no centro de uma matéria: “há uma certa euforia adolescente em torno das novidades trazidas pelas atuais formas de comunicação e expressão, cujos desdobramentos ficam apenas na superfície e escancaram um comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”.

Ela faz referência a um livro, O culto do amador: como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores, de Andrew Keen, “empreendedor pioneiro do Vale do Silício”. Ainda citando a jornalista, “para Andrew Keen, quando blogueiros e autores de vídeos anônimos, sem qualquer padrão profissional ou filtro editorial, podem manipular a opinião pública, a verdade torna-se uma mercadoria a ser comprada, vendida e reinventada”.

Eu não li o livro, pode ser que o viés não seja exatamente esse. Mas, sobre o que está escrito acima: quer dizer então que está tudo ok manipular com qualidade profissional e filtro editorial? O problema não está na manipulação, e sim na “democratização” do poder de manipulação? Me parece que é isso. O mainstream se ressente. Será que esse editorial é um porta-voz dos medos da indústria da comunicação?

Em seguida, a Regina Augusto diz que não tuíta porque não acha relevante para os outros ficarem sabendo o que faz ao longo do dia. Ok, eu penso como ela. Porém, outras pessoas têm muita coisa relevante para dizer, e eu as sigo no meu Twitter. Posso não tuitar muito, mas gosto de ver os outros tuitando. O problema não é a ferramenta, e sim a maneira como a gente utiliza. E mesmo que eu não quisesse usar o Twitter, como profissional de comunicação (que ela também é) eu devo usá-lo, ou no mínimo saber como se usa.

O que tudo isso tem a ver com um evento onde se discutirão as mídias sociais? O simples fato de que, goste ou não, quem trabalha com comunicação tem que saber o que está acontecendo. E participar do Social Media Brasil é uma oportunidade.

Sobre “euforia adolescente” e “comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”, é fácil: a gente tem poder de escolha, na mídia de massa e nas mídias sociais, na vida real e na virtual.

Como parte da tarefa, este é o link para o post do concurso no blog do Social Media Brasil: http://socialmediabrasil.com.br/Blog/promessa-e-divida-mais-uma-promocao-no-social-media-brasil/

E clicando aqui você fica sabendo de mais informações sobre o evento.

Nos vemos no dia 5 de junho, no Teatro Gazeta, em São Paulo. Até lá!

P.S.: acabei não indo... final de semestre na faculdade, toneladas de provas para aplicar e corrigir, ficou inviável viajar. Mas fui no EDTED - Encontro de Design e Tecnologia Digital, aqui em Curitiba, no mesmo fim de semana. Bacana!

Curso: criação e redação para marketing direto

Vou ministrar esse curso na Universidade Positivo, nos dias 9 e 16 de maio (sábados), das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Se você passar por aqui e souber de alguém que possa se interessar, por favor, ajude a divulgar!

***

Criação e redação para marketing direto


O marketing direto e o marketing de relacionamento são duas das disciplinas que mais ganham importância no mundo da comunicação integrada. É por isso que existe até um Leão no Festival de Cannes específico para elas (Lions Direct).

Neste curso, você vai aprender como desenvolver uma ação bacana e criativa de marketing direto, com foco principal na redação.

Mesmo se você não é (ou não quer ser) redator, vai aproveitar bastante o conteúdo, porque ele ensina também a compreender o que é o marketing direto bem feito, quais são as dificuldades, quais são os segredos.

Se você é estudante ou está procurando seu lugar ao sol no mercado publicitário, mais um bom motivo para participar: existem poucos profissionais em Curitiba que sabem criar para marketing direto. É um diferencial que você pode conquistar.


Quem ministra o curso

Adriana Baggio – redatora especializada em comunicação dirigida; profissional de marketing direto mais premiada no último Festival do Anuário do CCPR; já atuou em agências como OpusMúltipla, GreyZest Direct e RMG Connect; conquistou diversos prêmios no Festival do Anuário do CCPR, Colunistas Paraná, Colunistas Brasil, ABEMD; professora universitária.


Faça sua inscrição

http://www.up.edu.br
=> Extensão => Cursos de Extensão e Educação Continuada => Humanas

7.4.09

Redação sobre Páscoa

Sua professora pediu uma redação sobre a Páscoa, é isso? E antes de tentar tirar qualquer coisa original de dentro dessa sua cacholinha, você foi direto ao Google ver se encontrava a dita já pronta. Aí você acabou caindo aqui, neste blog que fala de Páscoa, fala de redação, mas não tem nada do que você precisa. 

Taí, primeira lição: não acredite em tudo que o Google diz. 

Segunda lição: alguns dos principais problemas do nosso país são fruto do analfabetismo funcional e da falta de ética. Não entendeu? Nem o Google vai conseguir te explicar...

Terceira lição: quem escreve minimamente bem tem mais chances na vida. E para escrever bem é preciso ler. Internet não vale, pelo menos não para você, que ainda está na escola. Larga esse computador e vai atrás de um livro. 

Quarta lição: os professores também conhecem internet, conhecem Google. Eles podem encontrar o trabalho que você copiou descaradamente. Se eles forem bons professores, você vai tirar um merecido zero nessa redação.

Quinta lição: aprenda a pensar com a própria cabeça. Exercite a imaginação. Tenha ideias, muitas ideias. Ao invés de ser a pessoa que copia coisas da internet, seja aquela que coloca coisas (boas) na internet. Chega de repetir bobagens.

Sexta lição: existem programas que mostram para a gente quantas pessoas entraram no nosso blog, que palavras elas procuraram, de que cidade elas vêm. "Redação sobre a Páscoa" tem sido a busca campeã dessa semana. E é por isso que eu estou dando essa bronca.

Se você resolver fazer um texto ORIGINAL sobre a Páscoa, sem copiar da internet, me mande para eu ver como ficou.

A propósito, Feliz Páscoa e boa sorte na redação!

Dá prá aguentar?


E-mail marketing do jornal Meio&Mensagem, divulgando o Wave Festival in Rio.

Foi erro? Ou é uma piada? 

O primeiro "dá" (preposição de + artigo a) não deveria ter acento. Já o segundo "da" (3ª pessoa do presente do verbo dar) deveria e não tem.

Ou, quem sabe, é uma gracinha entre o duplo sentido do verbo "dar" e "misturar negócios com prazer"?

Tomara que seja problema de revisão. Mesmo um erro crasso desses é melhor do que a possibilidade de terem aprovado uma piadinha tão irrelevante e de mau gosto.

30.3.09

Museu, loja e café

Depois de visitar uma exposição, nada melhor que trocar impressões enquanto se saboreia um café e comprar uma lembrancinha da loja do museu. 

MON Loja e MON Café têm textos meus no flyer de divulgação do Museu Oscar Niemeyer, feito pela Brainbox Design Estratégico.

***

E por falar em gastronomia & museu... se for a São Francisco do Sul, em Santa Catarina, não deixe de visitar o Museu Nacional do Mar e de curtir os pratos do Bistrô do Museu.

Visitei o museu há alguns anos e achei muito bacana. Ele fica em um belo edifício na beira da baía, próximo ao Porto. Nem vou comentar das atrações do museu porque, dessa vez, fui direto ao bistrô.

O restaurante fica nos fundos do prédio, de frente para o mar. Tem um deck coberto com sapé e confortáveis mesas e cadeiras de madeira. O cardápio é simples e enxuto, com preços bem amigáveis e pratos muito saborosos. Pedi um linguado com molho de alcaparras, acompanhado por uma salada bem caprichada, arroz, fritas e feijão (!).

Dois senões: o camarão ao bafo vem refogado em cebola (eca!) e os temperos (azeite, vinagre) são colocados naqueles vidros tipo borrifador.

Uma coisa muito bacana é que o bistrô é "dog friendly". Me deixaram entrar com o Ferrugem e até deram água para ele, que por sua vez se sentou na cadeira e ficou bem comportadinho.

Da próxima vez, quero ir sem ter que pegar estrada depois, para poder beber cerveja olhando o mar.

Esse é o Ferrugem.

24.3.09

Freela na Opus


Mais um período freelando na OpusMúltipla. Dessa vez, duas semanas cobrindo as férias de um redator da Comunicação Dirigida. 

Para quem trabalha de forma independente, esses períodos "dedicados" funcionam quase como um curso de atualização. Você troca idéias, participa de grandes projetos, se recicla. Também é importante para circular no mercado, já que o redator independente, por não estar todo dia dentro de uma agência, às vezes pode ser "esquecido".

Freela dedicado também é trabalho dobrado. Os jobs avulsos ficam para a noite, depois da aula. Uma correria básica para lembrar que, mesmo independente, a vida de criativo é uma loucura.

Que o diga meu devoir de Francês. Não sei se vai dar tempo de fazer...

18.3.09

Je suis une conceptrice-rédactrice publicitaire indépendente

Ser redatora independente (freelance) tem seus luxos: voltei a estudar Francês, às segundas e quartas-feiras, 10h30 da manhã. No primeiro dia de aula, a indefectível apresentação: como você se chama, quantos anos tem, o que faz?

Tento resgatar meus anos de francês e respondo: "je fait les textes publicitaires comme freelance - je ne sais pas comment s'appelle en français". Le prof repondre: "redactrice indépendente". Je suis très hereuse. Redatora independente. Soa muito bem em francês a forma como me posiciono em português.

Busco o cargo na internet e encontro algumas agências canadenses oferecendo emprego para conceptrice-rédactrice publicitaire (sim, no feminino, junto com a versão no masculino - rédacteur-concepteur publicitaire. Pessoal super politicamente correto).

C'est bon
. Isso quer dizer que estão querendo redatores que também tirem conceitos, que pensem em um caminho, que até resolvam um problema de comunicação. Bien, será que isso já não faz parte do job description de um (bom) redator?

Ou será que existe dificuldade em encontrar rédacteurs-concepteurs, ou seja, redatores que também tirem um conceito, pensem em uma solução?

17.2.09

5 cargos em social media: qual você escolheria?

Quando crescer eu quero ser Blogger Outreach Manager/Blog Cultivation Expert ou Community Manager, dois dos "5 novos cargos que devem surgir nos próximos anos na Social Media" - post do Helton Kuhnen, do blog da Coworkers, agência de projetos em mídias sociais.

Taí uma mistura de redação publicitária e relações públicas, que bem poderia se chamar "relações publicitárias".


11.2.09

Flyer Piemonte Grill


O Piemonte Grill é um restaurante um pouco diferente daqueles que fazem a fama de Santa Felicidade, o bairro italiano de Curitiba. Primeiro nasceu com um cardápio bastante focado em carnes. Depois, inovou ao adotar o sistema de bufê nos almoços dos dias da semana.

Não existia nenhum restaurante bacana no bairro com esse serviço. E para quem mora ou trabalha lá e queria almoçar em um lugar legal, antes dele a única opção eram os rodízios (deliciosos, mas não tem bolso nem silhueta que aguente aquela comilança todo dia).

Agora o Piemonte Grill estendeu o sistema de bufê por quilo para todos os dias da semana, a exemplo de outros do bairro que seguem o mesmo estilo.

Este flyer é para divulgar a novidade e mostrar que a qualidade continua a mesma, só que com mais vantagens para quem prefere flexibilidade na hora de montar seu prato. Freela meu para a Contato, com design da Claudia Biss.

Assim, o bairro tem restaurantes para todos os gostos: rodízio, o quilo, o bufê livre, à la carte. Pra ficar perfeito falta apenas uma opção mais em conta deste último estilo (o Famiglia Fadanelli é meio salgado - a conta, não oprato).

É a proposta ideal para quem não quer enfiar o pé na jaca no rodízio mas também prefere esperar confortavelmente que a comida venha até a mesa.