Maio foi um mês excelente de trabalho. Tão bom que eu deixei o blog meio de lado, sem atualizar. Deixei, por exemplo, de falar de uma experiência muito bacana, que foi o curso de
Criação e redação em marketing direto e de relacionamento que ministrei na Universidade Positivo. Foram dois sábados, dias 9 e 16 de maio, das 9h às 18h. E a turma aguentou firme todas essas horas de conteúdo.
Aliás,
uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura.
Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que
a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.
Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto
o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.
Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal
Meio&Mensagem apresentou uma
reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).
Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São
princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.
Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios,
a mala direta sobrevive. E está ganhando
um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e
mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.
Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.