No último FMDS - Fórum de Mídias Digitais e Sociais, que aconteceu em Curitiba nos dias 3 e 4/12, falei sobre como escrever para web, com fins publicitários e comerciais.
Penso que a internet é, essencialmente, um meio de comunicação dirigida. Um consumidor que entra em seu site ou passa a se relacionar com sua marca nas redes sociais está procurando ativamente pela sua empresa. Por isso, o texto deve ser em tom de conversa, de proximidade. Vamos deixar a linguagem de propaganda para as mídias de massa (e mesmo aí a linguagem também está mudando).
Aqui está a apresentação com o conteúdo principal. A parte de exemplos sobre "como não escrever para web" foi retirada. Uma exclusividade para quem assistiu ao vivo. :)
Mostrando postagens com marcador e-mail marketing. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-mail marketing. Mostrar todas as postagens
13.12.10
22.2.10
Ação de Prospecção Marlim FIA Paraná Banco
Marlim FIA é um fundo de investimentos do Paraná Banco com excelente performance. Para atrair novos investidores, o banco chamou a Direct One para criação de uma campanha de prospecção.
Neste trabalho, contribuí com a estratégia, a mecânica da campanha e, principalmente, com conceito criativo e a redação.
A ação envolveu peças digitais e impressas, de forma totalmente integrada e personalizada. Tinha até um hot site com nome e dados do possível cliente!
Na hora de criar as peças, lembrei de um conto que li há muitos anos, sobre a luta de um pescador para pegar um marlim. É uma história super bonita, onde o homem e o peixe, depois de tantas horas de disputa, acabam desenvolvendo uma relação que suplanta a de presa e caçador.
1.6.09
Reflexões sobre o curso de Marketing Direto
Maio foi um mês excelente de trabalho. Tão bom que eu deixei o blog meio de lado, sem atualizar. Deixei, por exemplo, de falar de uma experiência muito bacana, que foi o curso de Criação e redação em marketing direto e de relacionamento que ministrei na Universidade Positivo. Foram dois sábados, dias 9 e 16 de maio, das 9h às 18h. E a turma aguentou firme todas essas horas de conteúdo.
Aliás, uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura. Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.
Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.
Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal Meio&Mensagem apresentou uma reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).
Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.
Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios, a mala direta sobrevive. E está ganhando um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.
Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.
Aliás, uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura. Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.
Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.
Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal Meio&Mensagem apresentou uma reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).
Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.
Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios, a mala direta sobrevive. E está ganhando um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.
Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.
7.4.09
Dá prá aguentar?

E-mail marketing do jornal Meio&Mensagem, divulgando o Wave Festival in Rio.
O primeiro "dá" (preposição de + artigo a) não deveria ter acento. Já o segundo "da" (3ª pessoa do presente do verbo dar) deveria e não tem.
Ou, quem sabe, é uma gracinha entre o duplo sentido do verbo "dar" e "misturar negócios com prazer"?
Tomara que seja problema de revisão. Mesmo um erro crasso desses é melhor do que a possibilidade de terem aprovado uma piadinha tão irrelevante e de mau gosto.
Assinar:
Postagens (Atom)

