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8.12.08

Profissional de Marketing Direto do Ano...


Mauro Barletta, Juarez Zaleski, eu e a Neusinha Palmieri

... do 5º Festival do Anuário do Clube de Criação do Paraná. O prêmio é concedido ao profissional que mais emplaca peças no anuário do CCPR, em cada categoria.

No meu caso, o reconhecimento vem pelos 5 trabalhos da RMG Connect que foram selecionados para esta edição do anuário, e para os quais contribuí como redatora e/ou diretora de criação.

A foto acima é durante a Festa do Anuário, quinta-feira passada, quando os sócios receberam os anuários e os premiados receberam seus troféus.

29.5.08

Essa mala vale Ouro!



Criamos essa mala-direta para vender os planos de previdência do HSBC para clientes de alto valor. O grande barato dela é o relógio cujos ponteiros andam para trás. O conceito: quando você pensa no futuro, está usando o tempo a seu favor.

A sacada é do diretor de arte Sérgio Takahata, e eu fechei a idéia com o texto.

A mala ganhou medalha de ouro no 5º Festival do CCPR.

Malas diretas Crédito Pessoal Nichos



Bem legal essas malas entrarem no short list do 5º Festival do Anuário do CCPR, porque elas têm bastante técnica de marketing direto, e isso deve ser tão valorizado quanto a idéia.

As peças divulgam o Crédito Pessoal do HSBC para os clientes e são segmentadas por idade e estilo de vida. Cada abordagem apela para um sonho ou realização específico do momento de vida daquele cliente. As malas também têm a personalização do valor do crédito pré-aprovado.

O conceito criativo tem como base a metonímia, aquela figura de retórica em que se toma a parte pelo todo. Mostramos que, pelo valor de um sapato por mês - a parte - o cliente pode ter o guarda-roupa inteiro - o todo - de uma só vez.

Texto meu e direção de arte da Luceli Miola.

Mais prêmios! - 5º Festival do Anuário do CCPR



Em maio, o Clube de Criação do Paraná realizou a 5ª edição do Festival do Anuário. Fiquei bem feliz por ter 4 peças incluídas no livro, no capítulo de Marketing Direto, todas para HSBC. E o melhor: uma delas é o Ouro da categoria, que eu vou postar separadamente.

As peças do short list são a mala direta para os Seguros Carbono Neutro Verdes do HSBC, que também levou prata no ABEMD, a caixa de bolo que comemora o aniversário dos clientes PJ do HSBC e uma campanha de marketing direto para venda de Crédito Pessoal, com malas diretas segmentadas por valor do crédito e estilo de vida dos clientes (também postada logo acima).

29.2.08

10 dicas para quem quer trabalhar em agência de propaganda

No início de fevereiro, fiz uma palestra para os alunos de Publicidade da Unibrasil, como parte das atividades de abertura do ano letivo. Falei um pouco sobre o mercado publicitário e também apresentei as vantagens do CCPR.

Em um dos slides da palestra, tomei a liberdade de dar 10 conselhos para quem quer trabalhar em agência de propaganda. Alguns deles eu gostaria de ter recebido quando estava na faculdade. Aproveito e coloco aqui também para quem quiser seguir.

1. Monte sua pasta e um bom currículo

2. Não tenha vergonha de pedir estágio. Providencie um o quanto antes, mesmo que não seja remunerado.

3. Freqüente eventos e cursos da área.

4. Estude.

5. Crie e mantenha uma rede de contatos.

6. Amplie sua cultura: geral, erudita e popular.

7. Mostre disposição para trabalhar.

8. Acompanhe as notícias do mercado.

9. Não feche portas.

10. Associe-se ao CCPR.

2.8.07

Participação no Debate&Rebate do CCPR sobre Marketing Direto



O que é marketing direto hoje? É só a comunicação entregue individualmente? Ou também podemos incluir as ações dirigidas para um grupo, como num restaurante, por exemplo?

Esse foi um dos pontos polêmicos do Debate&Rebate do Clube de Criação do Paraná, que aconteceu no dia 31 de julho, no auditório da Fnac. Uma dúvida que não é só nossa: no Festival de Cannes deste ano, o presidente do júri de Marketing Direto “apertou” o cerco para evitar uma dilatação exagerada do conceito e dos princípios da disciplina, como havia acontecido no ano anterior. Mas também, nessa crise de personalidade e de identidade da comunicação, é natural surgir esse tipo de discussão.

Eu acho que vale a pena preservar os conceitos básicos do marketing direto. É importante que o cliente saiba exatamente o que envolve cada disciplina. Não se trata de dizer que uma ação dirigida é melhor ou pior do que marketing direto. Ela só é diferente. Usar uma ou outra depende de vários fatores, como objetivos e recursos que o cliente pode dispor.

No meio disso tudo, o que eu mais acredito é no princípio de se dirigir a comunicação, de falar com o público de forma personalizada, na linguagem dele. Tendo isso, já é um bom começo.

25.6.07

Depois do above the line e do below the line, vem aí o "no line"



Texto publicado no site do CCPR. Umas reflexões sobre o Festival de Cannes e sobre as linhas que estão deixando de existir, deixando a todos cada vez mais confusos - e com um potencial enorme para mudar a comunicação.

25.5.07

Cardápio do Beto Batata

Presença dupla no cardápio do Beto Batata: o texto de abertura e a Batata Cartola são culpa minha.

O layout é do Juarez Zaleski, diretor de criação da Tropa Marketing de Guerrilha, e segue o estilo já usado nas outras páginas do menu.

2.5.07

Batata Cartola (3º lugar no concurso Criação é Batata)

Não é que minha receita levou bronze no concurso Criação é Batata?

Conforme o prometido, aqui vai a receita. Se preferir, você pode prová-la no Beto Batata. Ela fará parte do cardápio junto com as outras 4 vencedoras.

Batata Cartola

- batatas
- banana-passa (banana seca)
- queijo mussarela
- rum

A receita da batata em si eu não tenho exatamente, mas já experimentei fazer em casa e deu certo. É assim: cozinhe as batatas com sal até ficarem um pouco macias (só um pouco). Depois que esfriarem, rale em um ralador grosso.

Unte uma frigideira com azeite e coloque metade da batata ralada. Por cima, coloque o recheio: banana-passa deixada de molho no rum por alguns minutos e pedaços de queijo mussarela. Cubra o recheio com o restante da batata ralada.

Espere dourar a parte que está na frigideira. Depois, vire para dourar a parte que estava para cima, como se fosse uma panqueca. No Beto Batata eles usam duas frigideiras do mesmo tamanho para esta operação. Mas com jeitinho e uma boa espátula, dá para quebrar um galho só com uma mesmo.

Seguindo a receita básica, você pode inventar outros recheios.

A propósito: todo mundo pergunta o motivo do nome da minha receita. É uma homenagem a uma sobremesa à base de banana, queijo e nescau que eu comia no Mangai, em João Pessoa (e que se chama Cartola, mas eu não sei porque).

13.4.07

Um short list no currículo

Bom, quem vê, até pensa que é grande coisa. Na verdade, fiquei super feliz, porque gosto de cozinhar quase tanto quanto de escrever.

Enfim, duas das minhas receitas de batata suiça estão entre as 15 finalistas do concurso Criação é Batata, promovido pelo CCPR e pelo Beto Batata.

Prometo que, se eu ficar entre os três vencedores, incluo a receita no portfolio.

4.4.07

O que é preciso para ser um bom redator?

O título deste post é o mesmo desta coluna aqui, publicada no site do CCPR. Bom, eu tenho uma opinião diferente, também publicada no site do Clube e reproduzida abaixo.

***

Não me arrisco a dar uma fórmula infalível para quem quer ser um bom criativo. Acho que as Caprichos, IstoÉs e cardápios de delivery são boas fontes de repertório tanto quanto um Dostoievsky. Mas acredito que não deveriam ser as únicas na vida de um redator, ou melhor, de qualquer pessoa que trabalhe com comunicação.

A D. Maria talvez nunca tenha lido e nunca vá ler "Crime e castigo". A leitura desse livro provavelmente não vá impactar diretamente a comunicação para ela. No entanto, ajuda a construir o repertório, a exercitar o cérebro do redator (e olha que massa cinzenta é fundamental na nossa profissão).

Guimarães Rosa, por exemplo, escreveu para, sobre e como as D. Marias do interior do Brasil. E ele conseguiu fazer isso tão bem não por causa da leitura assídua do Almanaque Sadol, mas sim por conta da sua excelente formação cultural de diplomata.

Acho perigoso desestimular jovens profissionais da busca por toda forma de cultura, seja ela erudita ou popular. Nossos estudantes podem pensar que, para serem bons criativos e trabalharem em uma agência legal, não precisam nem chegar perto da biblioteca, ou dos museus e dos teatros. E a gente sabe que não é bem assim.

Acredito com todas as minhas forças que há uma ligação estreitíssima entre cultura de todos os tipos e a boa criação publicitária. Às vezes, ela é bem explícita. Por exemplo: aquele anúncio da Getz para o Rascunho com a capa de "Les Misérables" (a D. Maria não conhece Victor Hugo, mas os leitores do Rascunho conhecem. Ainda bem que os criativos da Getz também apreciam os clássicos da literatura, senão, nunca poderiam criar para o público do jornal).

Mesmo quando essa ligação entre cultura e boa criação não está explícita, a gente percebe a presença do repertório culturalmente rico porque a idéia é memorável, destaca-se das outras, é original. E a relação entre a quantidade de idéias boas e idéias ruins é a mesma entre pessoas que vão um pouco mais além, em termos de repertório cultural, e aquelas que se restringem apenas ao que é fácil de digerir.

12.2.07

Palestra na Unibrasil em 6/2/2007


Ensinei Redação Publicitária durante dois anos na Unibrasil. Foi uma época muito bacana, da qual tenho boas lembranças. Aprendi muito e espero que os alunos também tenham aprendido comigo.

Matei um pouquinho da saudade na semana passada, ao falar com os calouros de Publicidade e Propaganda sobre criação publicitária e sobre o Clube de Criação do Paraná. Desta vez, fui no papel de redatora da RMG e de diretora cultural do CCPR, que é muito mais legal do que ir como professora (santo de casa definitivamente não faz milagre).

Essas ocasiões sempre são ótimas. Neste caso, especificamente, senti uma realização toda especial: conectei o iBook à caixa de som e ao projetor e funcionou tudo de primeira.

Agradeço à professora Maria Paula Mader, coordenadora do curso, pelo convite, e à Celinha, do CCPR, pela companhia, pelas fotos e pela atenção aos detalhes importantes.

18.12.06

Participação no 3º Debate&Rebate do CCPR



O tema do 3º Debate&Rebate, realizado dia 6 de dezembro, na Fnac, foi o anuário do Clube de Criação do Paraná. Como deve ser a eleição dos jurados? Quantos júris devemos ter? Separa propaganda de bellow-the-line? Junta todo mundo?

A idéia era discutir essas questões. Apesar de não ter muita gente, foi um bom momento. A mesa foi composta pelos presidentes de júri do último festival (eu no de Marketing Direto), que deu origem ao 3º anuário, lançado dois dias antes.

Minha opinião: deve haver separação dos júris. A comunicação está cada vez mais segmentada. Os profissionais também. Cada área tem sua peculiaridade. Também acho que o critério de julgamento deve ser padronizado, e que uma das soluções para isso é definir esses critérios setorialmente, em primeiro lugar, e depois, alinhar entre todos os júris.

O debate continua on-line no site do CCPR (www.ccpr.org.br, link “Debates”), onde a participação é maior. Para dar opinião, tem que ser sócio.

29.10.06

Mediação do Debate&Rebate




Dia 23 de outubro, o Clube de Criação do Paraná promoveu o 1º Debate&Rebate. A idéia do evento é discutir temas de interesse dos profissionais da área. E para inaugurar, um assunto polêmico: “Criação em Crise”.

A formatação do projeto e a mediação do debate foram tarefas que couberam a mim, dentro das atribuições de Diretora Cultural do CCPR. Uma experiência interessante, mesmo que a mediação não tenha sido necessária.

Apesar das mais de duas horas de troca de idéias, da superlotação do auditório da Fnac e das questões levantadas, o clima foi muito tranqüilo.

Os debatedores desta edição foram Luciano Toaldo (Master), Mario D'Andrea (JWT), Renato Cavalher (OpusMúltipla), Luiz Groff (CCZ/Elétrica) e Rodolfo Amaral (ByVivas). O próximo Debate&Rebate acontece dia 21 de novembro, com outros diretores de criação.

23.10.06

Comunicação dirigida é pra quem sabe

Em Curitiba, a comunicação dirigida ainda está na fase Gata Borralheira. Mas logo, logo ela vai ocupar seu lugar de Cinderela.

Em um texto publicado na sessão Ponto&Vírgula, no site do Clube de Criação do Paraná, defendo a técnica, a criatividade e a valorização das agências, profissionais e peças de comunicação dirigida.

Assim como na propaganda ou em qualquer outra área da comunicação, pra fazer é preciso conhecer.

15.10.06

Palestra no Fórum de Marketing e Comércio Exterior da Facinter



A criacão publicitária é a materialização dos objetivos, do posicionamento e das estratégias de marketing de um produto ou serviço. Todos esses aspectos estarão presentes no anúncio, no VT ou em outras peças de comunicação, através de recursos verbais, visuais, sonoros e imagéticos.

Para mostrar aos alunos do curso de Administração - habilitação em Marketing da Facinter (www.facinter.br) como esse processo acontece, ministrei uma palestra que aborda alguns fundamentos de publicidade e criação, exemplificados através do case das sandálias Havaianas (veja anúncios e comerciais no site da marca: www.havaianas.com.br).

Desta forma, os futuros profissionais puderam compreender um pouco mais sobre a importância da criação publicitária nas estratégias de marketing e comunicação de uma marca. Afinal, serão eles os responsáveis por "brifar" as agências e aprovar as campanhas.

O conteúdo também mostrou as atividades que o Clube de Criação do Paraná (www.ccpr.org.br) realiza em prol da preservação da memória e da valorização da criação publicitária paranaense.

"A criação publicitária no contexto do marketing"
Palestra proferida no dia 6 de outubro de 2006, dentro da programação do Fórum de Marketing e Comércio Exterior da Facinter.