Amanhã, no Paço da Liberdade, com mediação minha. :)
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10.8.11
13.12.10
"Escrevendo para Web" - palestra no #fmds
No último FMDS - Fórum de Mídias Digitais e Sociais, que aconteceu em Curitiba nos dias 3 e 4/12, falei sobre como escrever para web, com fins publicitários e comerciais.
Penso que a internet é, essencialmente, um meio de comunicação dirigida. Um consumidor que entra em seu site ou passa a se relacionar com sua marca nas redes sociais está procurando ativamente pela sua empresa. Por isso, o texto deve ser em tom de conversa, de proximidade. Vamos deixar a linguagem de propaganda para as mídias de massa (e mesmo aí a linguagem também está mudando).
Aqui está a apresentação com o conteúdo principal. A parte de exemplos sobre "como não escrever para web" foi retirada. Uma exclusividade para quem assistiu ao vivo. :)
Penso que a internet é, essencialmente, um meio de comunicação dirigida. Um consumidor que entra em seu site ou passa a se relacionar com sua marca nas redes sociais está procurando ativamente pela sua empresa. Por isso, o texto deve ser em tom de conversa, de proximidade. Vamos deixar a linguagem de propaganda para as mídias de massa (e mesmo aí a linguagem também está mudando).
Aqui está a apresentação com o conteúdo principal. A parte de exemplos sobre "como não escrever para web" foi retirada. Uma exclusividade para quem assistiu ao vivo. :)
17.11.09
O crachá de evento mais legal que eu já vi
Semana passada, estava eu tuitando no evento de lançamento do GPA quando fiz um comentário sobre o crachá do evento.
A @marianafurio estava me seguindo e pediu para eu enviar uma foto do crachá. Fiquei de calça na mão: meu iBook é dos antigos, não tem webcam integrada. Meu celular, mais antigo ainda.
Estava começando a tuitar uma desculpa quando lembrei do Fabiano Cruz, sentado ali perto. Diretor de criação da House Cricket, ele é cheio dos gadgets. Ele fotografou o crachá com o celular e enviou para meu e-mail. Acessei ali mesmo, baixei a foto e tuitei o link.
Tem duas coisas legais nessa história: primeiro, o lance da troca de informações proporcionada pela internet, por aparelhos móveis e por recursos como o Twitter. E, segundo, a criatividade que valoriza as peças mais simples.
Me diga: se você trabalha em agência e chega um job pedindo a criação de crachá para evento, já torceria o nariz, não é? Mas é possível fazer coisas legais e CRIATIVAS mesmo para as peças mais humildes.
Aqui, a criatividade está no layout com a ilustração e também na forma como o crachá vai identificar a pessoa: ela mesma escreve seu nome e sua empresa. A peça ficou diferente, simpática e prática, porque quem trabalha ou já trabalhou com eventos sabe como é complicada a logística na hora de entregar os crachás aos participantes.
Para mim, essa é a essência da criatividade: conseguir resolver um problema e ainda fazer brilhar os olhos das pessoas. E eu sei que você sabe que qualquer ação de comunicação surge a partir de um problema que precisa ser resolvido. Esse é o elo (às vezes perdido) que liga criatividade e publicidade.
A @marianafurio estava me seguindo e pediu para eu enviar uma foto do crachá. Fiquei de calça na mão: meu iBook é dos antigos, não tem webcam integrada. Meu celular, mais antigo ainda.
Estava começando a tuitar uma desculpa quando lembrei do Fabiano Cruz, sentado ali perto. Diretor de criação da House Cricket, ele é cheio dos gadgets. Ele fotografou o crachá com o celular e enviou para meu e-mail. Acessei ali mesmo, baixei a foto e tuitei o link.
Me diga: se você trabalha em agência e chega um job pedindo a criação de crachá para evento, já torceria o nariz, não é? Mas é possível fazer coisas legais e CRIATIVAS mesmo para as peças mais humildes.
Aqui, a criatividade está no layout com a ilustração e também na forma como o crachá vai identificar a pessoa: ela mesma escreve seu nome e sua empresa. A peça ficou diferente, simpática e prática, porque quem trabalha ou já trabalhou com eventos sabe como é complicada a logística na hora de entregar os crachás aos participantes.
Para mim, essa é a essência da criatividade: conseguir resolver um problema e ainda fazer brilhar os olhos das pessoas. E eu sei que você sabe que qualquer ação de comunicação surge a partir de um problema que precisa ser resolvido. Esse é o elo (às vezes perdido) que liga criatividade e publicidade.
6.11.09
Lançamento do GPA

Dia 11, quarta-feira, às 19h30, acontece o lançamento do GPA - Grupo de Planejamento e Atendimento do Paraná, no auditório da Unicuritiba.
Além da importância da iniciativa, outro motivo para não perder o evento é o bate-papo com José Boralli (MPM), Ulisses Zamboni (SantaClaraNitro) e Renato Cavalher (OpusMúltipla).
Faça aqui sua inscrição.
Eu estarei lá.
27.10.09
Curso de Criação e redação em marketing direto e de relacionamento - 2ª edição!

A primeira edição do curso, em maio, foi muito bacana (veja aqui os comentários). Agora, vem aí a 2ª edição, nos dias 7 e 14 de novembro, das 9h às 17h.
O flyer ali em cima traz mais informações. Para fazer a inscrição, clique aqui (site da Universidade Positivo). Para achar o curso, procure Negócios e depois Gestão e Direção de Pequenas Empresas (não me pergunte por que eles colocaram nessa classificação...).
Qualquer dúvida, pode enviar um e-mail (atbaggio@gmail.com) ou escrever nos comentários.
23.10.09
De eventos em popa
Outubro foi um mês bom em eventos das áreas de marketing e comunicação em Curitiba. Teve o Maximídia nos dias 6, 7 e 8 (que eu não pude ir porque estava lotada de jobs), o Fórum de Ativação de Marketing, promovido pela ABA, no dia 15, e o Café com Pixel no dia 20.
Solano, da OpusMúltipla, eu, da Caixa de Texto, e Eduardo, da Editora Ruah. Social no coffee break do Fórum de Ativação de Marketing.
Marquei presença nestes dois últimos, que tratam de assuntos que me interessam bastante. No primeiro, cases e conceitos sobre trade marketing, merchandising e ações que você pode fazer no PDV.
São poucos os eventos com essa temática aqui na cidade. Acho que até então o varejo e suas disciplinas eram "patinhos feios" para os profissionais de comunicação, quase um "trabalho sujo". Só que hoje é no varejo que as coisas acontecem. O PDV passou a concentrar todas as etapas do consumo. Ali está a mídia, o trabalho de marca, a ativação, a transação financeira, o crédito e o relacionamento. E alguns cases, como o da Aquarius Fresh, da Spaipa, mostram como cada cantinho do PDV - seja em um supermercado ou no boteco da esquina - tem sua função relacionada com objetivos de marketing e comunicação.
O evento da ABA foi bacana, o networking foi bom, mas confesso que esperava um pouco mais desse fórum. Cases são legais, só que faltou mostrar algumas coisas novas, aprofundar um pouco mais os conceitos. Se continuar assim, a instituição corre o risco de afastar os profissionais e começar a atrair somente estudantes para seus eventos. E para piorar, pela segunda vez em um evento da ABA, eles erraram meu crachá [suspiro].
Auditório da Unibrasil lotado no Café com Pixel. Aquela manchinha verde ali sou eu. Ao meu lado, Luciana D'Amato, da Alma do Negócio.com.
O Café com Pixel prova que o mercado de web sai na frente em termos de difusão do conhecimento, pesquisa, mobilização. O evento foi bem mais consistente, com dicas e informações úteis para o mercado. O auditório da Unibrasil era bonito, o coffee break estava uma delícia e ganhamos até uma caneta incrementada de brinde. Não havia crachá, mas meu nome estava correto na lista. Ah! Tudo isso grátis, ao contrário dos R$ 180 pagos para a ABA.
Alguns podem argumentar que o evento foi bancado pelo portal Paraná Online e serve a seus interesses. Pois que continuem assim. Ao mesmo tempo em que se promovem, eles educam e proporcionam conteúdo ao mercado.
A palestra de João Torres, do IVC, abordou aspectos interessantes da verificação de audiência na internet, algo fundamental para que os clientes "comprem" mídia na web com mais segurança.
O Emmanuel Martins, diretor de mídia McCann Erickson, um gurizão, falou muitas coisas legais sobre formas de mensurar o sucesso de uma campanha na internet, explicando alguns termos básicos e mostrando estratégias com certa profundidade.
Por último, Douglas Salvador apresentou ideias não muito novas, sobre como era antes e como é hoje na publicidade, mas foi bem contundente, explícito e corajoso sobre alguns problemas na relação agência e cliente (provavelmente não tinha nenhum cliente da Wow! ou da CCZ ali...). E como é um bom orador, sua palestra acabou se tornando muito divertida.
Ao final do evento, muitas perguntas de profissionais da área de rádio, querendo entender mais sobre a internet para otimizar suas oportunidades de negócios. Tenho certeza que foi um evento muito útil para eles, assim como foi para mim, e assim como tem sido os últimos eventos da área de internet aqui em Curitiba.
Taí, mais um ponto em que o off deve se inspirar no on line.
Solano, da OpusMúltipla, eu, da Caixa de Texto, e Eduardo, da Editora Ruah. Social no coffee break do Fórum de Ativação de Marketing.
Marquei presença nestes dois últimos, que tratam de assuntos que me interessam bastante. No primeiro, cases e conceitos sobre trade marketing, merchandising e ações que você pode fazer no PDV.
São poucos os eventos com essa temática aqui na cidade. Acho que até então o varejo e suas disciplinas eram "patinhos feios" para os profissionais de comunicação, quase um "trabalho sujo". Só que hoje é no varejo que as coisas acontecem. O PDV passou a concentrar todas as etapas do consumo. Ali está a mídia, o trabalho de marca, a ativação, a transação financeira, o crédito e o relacionamento. E alguns cases, como o da Aquarius Fresh, da Spaipa, mostram como cada cantinho do PDV - seja em um supermercado ou no boteco da esquina - tem sua função relacionada com objetivos de marketing e comunicação.
O evento da ABA foi bacana, o networking foi bom, mas confesso que esperava um pouco mais desse fórum. Cases são legais, só que faltou mostrar algumas coisas novas, aprofundar um pouco mais os conceitos. Se continuar assim, a instituição corre o risco de afastar os profissionais e começar a atrair somente estudantes para seus eventos. E para piorar, pela segunda vez em um evento da ABA, eles erraram meu crachá [suspiro].
Auditório da Unibrasil lotado no Café com Pixel. Aquela manchinha verde ali sou eu. Ao meu lado, Luciana D'Amato, da Alma do Negócio.com.
O Café com Pixel prova que o mercado de web sai na frente em termos de difusão do conhecimento, pesquisa, mobilização. O evento foi bem mais consistente, com dicas e informações úteis para o mercado. O auditório da Unibrasil era bonito, o coffee break estava uma delícia e ganhamos até uma caneta incrementada de brinde. Não havia crachá, mas meu nome estava correto na lista. Ah! Tudo isso grátis, ao contrário dos R$ 180 pagos para a ABA.
Alguns podem argumentar que o evento foi bancado pelo portal Paraná Online e serve a seus interesses. Pois que continuem assim. Ao mesmo tempo em que se promovem, eles educam e proporcionam conteúdo ao mercado.
A palestra de João Torres, do IVC, abordou aspectos interessantes da verificação de audiência na internet, algo fundamental para que os clientes "comprem" mídia na web com mais segurança.
O Emmanuel Martins, diretor de mídia McCann Erickson, um gurizão, falou muitas coisas legais sobre formas de mensurar o sucesso de uma campanha na internet, explicando alguns termos básicos e mostrando estratégias com certa profundidade.
Por último, Douglas Salvador apresentou ideias não muito novas, sobre como era antes e como é hoje na publicidade, mas foi bem contundente, explícito e corajoso sobre alguns problemas na relação agência e cliente (provavelmente não tinha nenhum cliente da Wow! ou da CCZ ali...). E como é um bom orador, sua palestra acabou se tornando muito divertida.
Ao final do evento, muitas perguntas de profissionais da área de rádio, querendo entender mais sobre a internet para otimizar suas oportunidades de negócios. Tenho certeza que foi um evento muito útil para eles, assim como foi para mim, e assim como tem sido os últimos eventos da área de internet aqui em Curitiba.
Taí, mais um ponto em que o off deve se inspirar no on line.
1.6.09
Reflexões sobre o curso de Marketing Direto
Maio foi um mês excelente de trabalho. Tão bom que eu deixei o blog meio de lado, sem atualizar. Deixei, por exemplo, de falar de uma experiência muito bacana, que foi o curso de Criação e redação em marketing direto e de relacionamento que ministrei na Universidade Positivo. Foram dois sábados, dias 9 e 16 de maio, das 9h às 18h. E a turma aguentou firme todas essas horas de conteúdo.
Aliás, uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura. Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.
Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.
Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal Meio&Mensagem apresentou uma reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).
Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.
Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios, a mala direta sobrevive. E está ganhando um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.
Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.
Aliás, uma boa turma é metade do sucesso de um curso. Essa foi excepcional. Primeiro, pela mistura. Tinha gente de todas as "instâncias": agência, cliente, fornecedor, estudante; redator, designer, marqueteiro, nutricionista, profissional de TI... E depois pela participação, pela disposição em comentar, pelas experiências que vivem em suas realidades. O resultado é que a gente conseguiu abordar os diferentes pontos de vista, debater todos os lados da história.
Logo que o curso foi divulgado, recebi muitos e-mails daqui do Paraná, mas também de Santa Catarina e até de Brasília. Juntando esse interesse prévio com os comentários da turma, deu para perceber o quanto o mercado é carente de informações sobre marketing direto e o quanto as empresas estão em busca dessa ferramenta. Muitos alunos, por exemplo, se inscreveram por indicação de seus chefes.
Outra prova de que o marketing direto continua na pauta dos anunciantes é que o jornal Meio&Mensagem apresentou uma reportagem especial sobre a disciplina na edição de 25 de maio (adorei, vou aproveitar bastante para o conteúdo da segunda edição do curso, no 2º semestre desse ano).
Marketing direto e de relacionamento são mais do que malas diretas, telemarketing, e-mail marketing. São princípios de comunicação que vão no caminho contrário da "massificação", são formas de "conversar" com os clientes e consumidores.
Não importa muito que tipo de material você usa para fazer isso, e sim a sua intenção. Porém, apesar de toda tecnologia e novos meios, a mala direta sobrevive. E está ganhando um novo valor no contexto. Muitas campanhas hoje estão sendo segmentadas assim: e-mail marketing para a base geral de clientes e mala direta para os clientes premium. O critério, obviamente, é o custo e o trabalho de produção.
Portanto, se receber uma mala direta caprichada em casa, pode ter certeza: você está sendo paparicado pela marca que a enviou.
30.4.09
Social Media Brasil: por que ir?
Prá começar, o incentivo a escrever esse post é ganhar um ingresso para o Social Media Brasil. Acho importante explicar isso a quem me lê. Mesmo que eu não seja uma blogueira típica, mesmo que eu não tenha milhares de leitores.
Posts pagos, presentes para blogueiros e concursos como esses vivem sendo assuntos polêmicos nas discussões sobre mídias sociais. Tem blogueiro que não faz, tem outro que faz e avisa sutilmente, tem o terceiro tipo que faz e avisa com estardalhaço, para tentar manter um equilíbrio entre sua credibilidade e a necessidade/vontade de receber benefícios/presentes/remuneração.
Não é bem o meu caso, porque meu blog é escancaradamente comercial, no sentido de ser uma ferramenta para mostrar meu trabalho. Assim, ganho (ou pelo menos tento ganhar) dinheiro com ele, de forma indireta. No cenário ideal, as pessoas conhecem meu trabalho, me contratam, eu faço mais trabalhos e ganho por isso.
A questão da popularidade x credibilidade dos blogueiros me interessa mais pelo aspecto de: como articular esses fatores na hora de incluir mídias sociais no planejamento de comunicação para uma marca?
A preocupação vem crescendo porque a demanda cresce igual. E cresce tanto que eu acho até que já começa a incomodar. Foi essa minha interpretação do editorial da Regina Augusto, do jornal Meio&Mensagem, publicado na edição de 27 de abril.
Eu gosto muito das coisas que ela escreve. Normalmente, é tudo bastante pertinente. Já percebi ela puxar a orelha do mercado publicitário nos seus editoriais. Mesmo que sutilmente, foi corajoso. Afinal, sua publicação vive dele. Mas dessa vez, senti um recado.
Vou reproduzir o “olho” ou seja lá como se chame aquele pedaço de texto em destaque no centro de uma matéria: “há uma certa euforia adolescente em torno das novidades trazidas pelas atuais formas de comunicação e expressão, cujos desdobramentos ficam apenas na superfície e escancaram um comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”.
Ela faz referência a um livro, O culto do amador: como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores, de Andrew Keen, “empreendedor pioneiro do Vale do Silício”. Ainda citando a jornalista, “para Andrew Keen, quando blogueiros e autores de vídeos anônimos, sem qualquer padrão profissional ou filtro editorial, podem manipular a opinião pública, a verdade torna-se uma mercadoria a ser comprada, vendida e reinventada”.
Eu não li o livro, pode ser que o viés não seja exatamente esse. Mas, sobre o que está escrito acima: quer dizer então que está tudo ok manipular com qualidade profissional e filtro editorial? O problema não está na manipulação, e sim na “democratização” do poder de manipulação? Me parece que é isso. O mainstream se ressente. Será que esse editorial é um porta-voz dos medos da indústria da comunicação?
Em seguida, a Regina Augusto diz que não tuíta porque não acha relevante para os outros ficarem sabendo o que faz ao longo do dia. Ok, eu penso como ela. Porém, outras pessoas têm muita coisa relevante para dizer, e eu as sigo no meu Twitter. Posso não tuitar muito, mas gosto de ver os outros tuitando. O problema não é a ferramenta, e sim a maneira como a gente utiliza. E mesmo que eu não quisesse usar o Twitter, como profissional de comunicação (que ela também é) eu devo usá-lo, ou no mínimo saber como se usa.
O que tudo isso tem a ver com um evento onde se discutirão as mídias sociais? O simples fato de que, goste ou não, quem trabalha com comunicação tem que saber o que está acontecendo. E participar do Social Media Brasil é uma oportunidade.
Sobre “euforia adolescente” e “comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”, é fácil: a gente tem poder de escolha, na mídia de massa e nas mídias sociais, na vida real e na virtual.
Como parte da tarefa, este é o link para o post do concurso no blog do Social Media Brasil: http://socialmediabrasil.com.br/Blog/promessa-e-divida-mais-uma-promocao-no-social-media-brasil/
E clicando aqui você fica sabendo de mais informações sobre o evento.
Nos vemos no dia 5 de junho, no Teatro Gazeta, em São Paulo. Até lá!
P.S.: acabei não indo... final de semestre na faculdade, toneladas de provas para aplicar e corrigir, ficou inviável viajar. Mas fui no EDTED - Encontro de Design e Tecnologia Digital, aqui em Curitiba, no mesmo fim de semana. Bacana!
Posts pagos, presentes para blogueiros e concursos como esses vivem sendo assuntos polêmicos nas discussões sobre mídias sociais. Tem blogueiro que não faz, tem outro que faz e avisa sutilmente, tem o terceiro tipo que faz e avisa com estardalhaço, para tentar manter um equilíbrio entre sua credibilidade e a necessidade/vontade de receber benefícios/presentes/remuneração.
Não é bem o meu caso, porque meu blog é escancaradamente comercial, no sentido de ser uma ferramenta para mostrar meu trabalho. Assim, ganho (ou pelo menos tento ganhar) dinheiro com ele, de forma indireta. No cenário ideal, as pessoas conhecem meu trabalho, me contratam, eu faço mais trabalhos e ganho por isso.
A questão da popularidade x credibilidade dos blogueiros me interessa mais pelo aspecto de: como articular esses fatores na hora de incluir mídias sociais no planejamento de comunicação para uma marca?
A preocupação vem crescendo porque a demanda cresce igual. E cresce tanto que eu acho até que já começa a incomodar. Foi essa minha interpretação do editorial da Regina Augusto, do jornal Meio&Mensagem, publicado na edição de 27 de abril.
Eu gosto muito das coisas que ela escreve. Normalmente, é tudo bastante pertinente. Já percebi ela puxar a orelha do mercado publicitário nos seus editoriais. Mesmo que sutilmente, foi corajoso. Afinal, sua publicação vive dele. Mas dessa vez, senti um recado.
Vou reproduzir o “olho” ou seja lá como se chame aquele pedaço de texto em destaque no centro de uma matéria: “há uma certa euforia adolescente em torno das novidades trazidas pelas atuais formas de comunicação e expressão, cujos desdobramentos ficam apenas na superfície e escancaram um comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”.
Ela faz referência a um livro, O culto do amador: como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores, de Andrew Keen, “empreendedor pioneiro do Vale do Silício”. Ainda citando a jornalista, “para Andrew Keen, quando blogueiros e autores de vídeos anônimos, sem qualquer padrão profissional ou filtro editorial, podem manipular a opinião pública, a verdade torna-se uma mercadoria a ser comprada, vendida e reinventada”.
Eu não li o livro, pode ser que o viés não seja exatamente esse. Mas, sobre o que está escrito acima: quer dizer então que está tudo ok manipular com qualidade profissional e filtro editorial? O problema não está na manipulação, e sim na “democratização” do poder de manipulação? Me parece que é isso. O mainstream se ressente. Será que esse editorial é um porta-voz dos medos da indústria da comunicação?
Em seguida, a Regina Augusto diz que não tuíta porque não acha relevante para os outros ficarem sabendo o que faz ao longo do dia. Ok, eu penso como ela. Porém, outras pessoas têm muita coisa relevante para dizer, e eu as sigo no meu Twitter. Posso não tuitar muito, mas gosto de ver os outros tuitando. O problema não é a ferramenta, e sim a maneira como a gente utiliza. E mesmo que eu não quisesse usar o Twitter, como profissional de comunicação (que ela também é) eu devo usá-lo, ou no mínimo saber como se usa.
O que tudo isso tem a ver com um evento onde se discutirão as mídias sociais? O simples fato de que, goste ou não, quem trabalha com comunicação tem que saber o que está acontecendo. E participar do Social Media Brasil é uma oportunidade.
Sobre “euforia adolescente” e “comportamento cada vez mais narcisista e exibicionista das pessoas”, é fácil: a gente tem poder de escolha, na mídia de massa e nas mídias sociais, na vida real e na virtual.
Como parte da tarefa, este é o link para o post do concurso no blog do Social Media Brasil: http://socialmediabrasil.com.br/Blog/promessa-e-divida-mais-uma-promocao-no-social-media-brasil/
E clicando aqui você fica sabendo de mais informações sobre o evento.
Nos vemos no dia 5 de junho, no Teatro Gazeta, em São Paulo. Até lá!
P.S.: acabei não indo... final de semestre na faculdade, toneladas de provas para aplicar e corrigir, ficou inviável viajar. Mas fui no EDTED - Encontro de Design e Tecnologia Digital, aqui em Curitiba, no mesmo fim de semana. Bacana!
Curso: criação e redação para marketing direto
Vou ministrar esse curso na Universidade Positivo, nos dias 9 e 16 de maio (sábados), das 9h às 13h e das 14h às 18h.
Se você passar por aqui e souber de alguém que possa se interessar, por favor, ajude a divulgar!
O marketing direto e o marketing de relacionamento são duas das disciplinas que mais ganham importância no mundo da comunicação integrada. É por isso que existe até um Leão no Festival de Cannes específico para elas (Lions Direct).
Neste curso, você vai aprender como desenvolver uma ação bacana e criativa de marketing direto, com foco principal na redação.
Mesmo se você não é (ou não quer ser) redator, vai aproveitar bastante o conteúdo, porque ele ensina também a compreender o que é o marketing direto bem feito, quais são as dificuldades, quais são os segredos.
Se você é estudante ou está procurando seu lugar ao sol no mercado publicitário, mais um bom motivo para participar: existem poucos profissionais em Curitiba que sabem criar para marketing direto. É um diferencial que você pode conquistar.
Quem ministra o curso
Adriana Baggio – redatora especializada em comunicação dirigida; profissional de marketing direto mais premiada no último Festival do Anuário do CCPR; já atuou em agências como OpusMúltipla, GreyZest Direct e RMG Connect; conquistou diversos prêmios no Festival do Anuário do CCPR, Colunistas Paraná, Colunistas Brasil, ABEMD; professora universitária.
Faça sua inscrição
http://www.up.edu.br => Extensão => Cursos de Extensão e Educação Continuada => Humanas
Se você passar por aqui e souber de alguém que possa se interessar, por favor, ajude a divulgar!
***
Criação e redação para marketing direto
O marketing direto e o marketing de relacionamento são duas das disciplinas que mais ganham importância no mundo da comunicação integrada. É por isso que existe até um Leão no Festival de Cannes específico para elas (Lions Direct).
Neste curso, você vai aprender como desenvolver uma ação bacana e criativa de marketing direto, com foco principal na redação.
Mesmo se você não é (ou não quer ser) redator, vai aproveitar bastante o conteúdo, porque ele ensina também a compreender o que é o marketing direto bem feito, quais são as dificuldades, quais são os segredos.
Se você é estudante ou está procurando seu lugar ao sol no mercado publicitário, mais um bom motivo para participar: existem poucos profissionais em Curitiba que sabem criar para marketing direto. É um diferencial que você pode conquistar.
Quem ministra o curso
Adriana Baggio – redatora especializada em comunicação dirigida; profissional de marketing direto mais premiada no último Festival do Anuário do CCPR; já atuou em agências como OpusMúltipla, GreyZest Direct e RMG Connect; conquistou diversos prêmios no Festival do Anuário do CCPR, Colunistas Paraná, Colunistas Brasil, ABEMD; professora universitária.
Faça sua inscrição
http://www.up.edu.br => Extensão => Cursos de Extensão e Educação Continuada => Humanas
17.12.08
Propaganda 2.0 na rádio 91 Rock
O Debate&Rebate é um programa semanal do CCPR, realizado pela rádio 91 Rock. Vai ao ar ao vivo, às segundas-feiras, das 21h às 22h, e é transmitido do Shopping Estação.
A cada edição, dois profissionais de comunicação falam sobre um tema da área. Também tem espaço para o público assistir a transmissão, fazer perguntas, etc. (aliás, é uma bela oportunidade para alunos de jornalismo ou para quem quer trabalhar em rádio, para ver como funciona o esquema).
Rádio é muito legal, né? Sempre fui fã. Até fiz um curso de locução na Socipar (existe ainda?), de uns 2 meses. O mais próximo que cheguei de trabalhar com a voz foram umas dublagens para vídeo de treinamento. Adorei a experiência!
Curti muito participar do Debate&Rebate. O tema era Propaganda 2.0 (putz, como é que eu não lembrei desse case?) e quem debateu comigo foi o Flávio Vidigal, que é supervisor de criação digital da RMG Connect. A Rafinha Malucelli é a jornalista e moderadora do programa, e a Camila é produtora. As duas são uns amores.
Uma hora de programa parece muito, mas não é. A gente fica com vontade de explorar mais o assunto, que é novo, ainda sem muitas regras estabelecidas. A parte boa é que dá para continuar debatendo no blog do programa. Então, se você quiser dar um pitaco sobre Propaganda 2.0, apareça lá e vamos engrossando o caldo.
Afinal, geração de conteúdo pelo usuário é super 2.0.

Eu, a Rafinha e o Flavio, no estúdio armado no Shopping Estação para transmissão ao vivo do programa.

A presença de figuras ilustres abrilhantam ainda mais o programa. Na platéia, o professor de produção de áudio da Facinter e da Unifae, Tatá Vaz.
Esse post também foi publicado no site da Contato.
A cada edição, dois profissionais de comunicação falam sobre um tema da área. Também tem espaço para o público assistir a transmissão, fazer perguntas, etc. (aliás, é uma bela oportunidade para alunos de jornalismo ou para quem quer trabalhar em rádio, para ver como funciona o esquema).
Rádio é muito legal, né? Sempre fui fã. Até fiz um curso de locução na Socipar (existe ainda?), de uns 2 meses. O mais próximo que cheguei de trabalhar com a voz foram umas dublagens para vídeo de treinamento. Adorei a experiência!
Curti muito participar do Debate&Rebate. O tema era Propaganda 2.0 (putz, como é que eu não lembrei desse case?) e quem debateu comigo foi o Flávio Vidigal, que é supervisor de criação digital da RMG Connect. A Rafinha Malucelli é a jornalista e moderadora do programa, e a Camila é produtora. As duas são uns amores.
Uma hora de programa parece muito, mas não é. A gente fica com vontade de explorar mais o assunto, que é novo, ainda sem muitas regras estabelecidas. A parte boa é que dá para continuar debatendo no blog do programa. Então, se você quiser dar um pitaco sobre Propaganda 2.0, apareça lá e vamos engrossando o caldo.
Afinal, geração de conteúdo pelo usuário é super 2.0.

Eu, a Rafinha e o Flavio, no estúdio armado no Shopping Estação para transmissão ao vivo do programa.

A presença de figuras ilustres abrilhantam ainda mais o programa. Na platéia, o professor de produção de áudio da Facinter e da Unifae, Tatá Vaz.
Esse post também foi publicado no site da Contato.
23.6.08
Palestra no 7º Giro de Comunicação da UNIUV

União da Vitória e Porto União são como uma só cidade, dividida pela linha que separa os estados do Paraná e Santa Catarina. Neste caso, literalmente uma linha, só que férrea. A estação de trem desativada, em estilo art déco, é um dos pontos obrigatórios para os visitantes.
Ali você pode ver a quantas anda o seu alongamento, colocando um pé em cada lado dos trilhos, para que possa ficar, desta forma, metade em União da Vitória, metade em Porto União. A acrobacia, claro, deve ser registrada em uma foto.
Essa etapa eu cumpri em minha primeira ida para lá, ano passado, para o 6º Giro de Comunicação. O evento é organizado pelo curso de Comunicação da UNIUV – Centro Universitário de União da Vitória. Estive lá novamente agora em junho e fiz uma palestra sobre Criação em Marketing Direto, dentro da programação da 7ª edição do evento.

Alguns anos de mercado, outros de estudos e pesquisas e me sinto bastante à vontade para falar sobre o assunto. Porém, quase simultaneamente, chegam notícias do festival de Cannes que me fazem repensar a forma como estamos criando para (e falando de) marketing direto.
Neste ano, tivemos 9 peças no short list da categoria, mas nenhum Leão. Avaliação de Márcio Salem, presidente do júri: faltou uma grande idéia criativa e melhorar a convergência entre mídias (que outros países fazem muito bem e que tem sido a tendência dos últimos anos).
Talvez a gente ainda precise amadurecer o conceito de “grande idéia criativa”. Não se pode confundir isso, que é bastante estratégico, apenas com humor e sacadas espertinhas. Vide o case que levou o Grand Prix de Direct, assinado pela JWT de Mumbai, Índia. É uma campanha para a escolha de um líder para o futuro do país (não confunda com campanha eleitoral). A sacada desse case não está em alguma chamada com duplo sentido. Muito pelo contrário: como o job é sério, o tom precisa ser outro. E aqui, portanto, a criatividade está na estratégia.
A campanha envolveu televisão, jornal, internet. Ou seja, a tal da convergência. A diferença desse para alguns cases brasileiros é que a utilização de vários meios é feita com pertinência, e não apenas para brincar de comunicação 360 graus.
Todas as considerações feitas pelo Márcio Salem e as que, com certeza, virão de outros profissionais de destaque, devem ser levadas em conta como um alerta, como balizadoras para repensarmos a forma de trabalhar o marketing direto no Brasil (pelo menos para aqueles que desejam ser premiados em Cannes). Não só pelas grandes agências e anunciantes, mas também para quem cria e utiliza o marketing direto com verbas muito menores.
Na prática: criar com mais estratégia. Usar o texto e a direção de arte para reforçar uma boa e pertinente idéia. Não se contentar apenas com uma sacada que só se sustenta em si mesma. Considerar as técnicas – as consagradas e aquelas que a sua experiência mostrar que funcionam. Fazer a comunicação convergir com coerência, respeitando o uso que as pessoas fazem de cada meio.
E se depois de matar um leão por dia bater aquele estresse, aproveite essa dica para relaxar. Dê um pulinho em União da Vitória, a 230 km de Curitiba, e deslumbre-se com a beleza do rio Iguaçu, a força da ponte velha, a pitoresca igrejinha em forma de barco, a vista que se tem do Cristo e generosidade do filé mignon aos 4 queijos do restaurante Dal Bó.

Casa antiga da cidade, hoje transformada em museu.

A igrejinha em forma de barco, fora da região central das cidades. Está bem próxima à margem do rio Iguaçu, do lado esquerdo de quem chega de Curitiba pela BR 153 (continuação da BR 476).
29.2.08
10 dicas para quem quer trabalhar em agência de propaganda
No início de fevereiro, fiz uma palestra para os alunos de Publicidade da Unibrasil, como parte das atividades de abertura do ano letivo. Falei um pouco sobre o mercado publicitário e também apresentei as vantagens do CCPR.
Em um dos slides da palestra, tomei a liberdade de dar 10 conselhos para quem quer trabalhar em agência de propaganda. Alguns deles eu gostaria de ter recebido quando estava na faculdade. Aproveito e coloco aqui também para quem quiser seguir.
1. Monte sua pasta e um bom currículo
2. Não tenha vergonha de pedir estágio. Providencie um o quanto antes, mesmo que não seja remunerado.
3. Freqüente eventos e cursos da área.
4. Estude.
5. Crie e mantenha uma rede de contatos.
6. Amplie sua cultura: geral, erudita e popular.
7. Mostre disposição para trabalhar.
8. Acompanhe as notícias do mercado.
9. Não feche portas.
10. Associe-se ao CCPR.
Em um dos slides da palestra, tomei a liberdade de dar 10 conselhos para quem quer trabalhar em agência de propaganda. Alguns deles eu gostaria de ter recebido quando estava na faculdade. Aproveito e coloco aqui também para quem quiser seguir.
1. Monte sua pasta e um bom currículo
2. Não tenha vergonha de pedir estágio. Providencie um o quanto antes, mesmo que não seja remunerado.
3. Freqüente eventos e cursos da área.
4. Estude.
5. Crie e mantenha uma rede de contatos.
6. Amplie sua cultura: geral, erudita e popular.
7. Mostre disposição para trabalhar.
8. Acompanhe as notícias do mercado.
9. Não feche portas.
10. Associe-se ao CCPR.
18.10.07
Marketing (In)Direto na Semana de Comunicação da PUC

Foto: Nathalie Umbelino
No começo de outubro, fiz uma palestra sobre Criatividade em Marketing Direto na Semana de Comunicação da PUC, aqui em Curitiba. Gosto bastante destes eventos, de conversar com os alunos, mas já estou acostumada a uma certa desorganização, o que é normal. Por isso, o evento da PUC me surpreendeu agradavelmente.
Auditório praticamente lotado, equipamento todo em ordem, estou pronta para começar. Mas antes, dois alunos – ele de Publicidade, ela de Relações Públicas - fazem a abertura deste dia do evento, resumindo o conteúdo das palestras da parte da manhã. Depois, me apresentam e eu começo a falar.
Uma aluna de Jornalismo fotografa, outra filma. No final da explanação, a mesma dupla da abertura faz o encerramento e, no intervalo entre uma palestra e outra, passam um vídeo sobre a programação da parte da manhã.
Enquanto isso, sou convidada ao camarim para um coffee break. Uma mesa bem bonita torna ainda mais apetitosa a bandeja cheia de coxinhas e mini-croissants. Como um pouco e, em seguida, dou entrevista para as alunas de Jornalismo. Uma delas, filipeta do evento na mão, pergunta: “qual a diferença entre o Marketing Direto e o Indireto”?
Fico surpresa e tento responder pela lógica. Me sinto desatualizada. Será que, entre as novas denominações que surgem todos os dias, Marketing Indireto é uma delas? Depois da entrevista eu pergunto de onde ela tirou aquele termo. Ela mostra a filipeta, com o nome da minha palestra digitado errado. Achei engraçado e reflito que, talvez, seja o caso de mudar a abordagem. Por que não investigar o que poderia ser um Marketing Indireto?
Em tempo: a Semana de Comunicação da PUC-PR acontece anualmente e tem por objetivo levar experiências reais de profissionais do mercado aos estudantes da instituição. O evento é organizado pelo CACOM - Centro Acadêmico de Comunicação, e pela Link, agência júnior de Relações Públicas.
2.8.07
Participação no Debate&Rebate do CCPR sobre Marketing Direto

O que é marketing direto hoje? É só a comunicação entregue individualmente? Ou também podemos incluir as ações dirigidas para um grupo, como num restaurante, por exemplo?
Esse foi um dos pontos polêmicos do Debate&Rebate do Clube de Criação do Paraná, que aconteceu no dia 31 de julho, no auditório da Fnac. Uma dúvida que não é só nossa: no Festival de Cannes deste ano, o presidente do júri de Marketing Direto “apertou” o cerco para evitar uma dilatação exagerada do conceito e dos princípios da disciplina, como havia acontecido no ano anterior. Mas também, nessa crise de personalidade e de identidade da comunicação, é natural surgir esse tipo de discussão.
Eu acho que vale a pena preservar os conceitos básicos do marketing direto. É importante que o cliente saiba exatamente o que envolve cada disciplina. Não se trata de dizer que uma ação dirigida é melhor ou pior do que marketing direto. Ela só é diferente. Usar uma ou outra depende de vários fatores, como objetivos e recursos que o cliente pode dispor.
No meio disso tudo, o que eu mais acredito é no princípio de se dirigir a comunicação, de falar com o público de forma personalizada, na linguagem dele. Tendo isso, já é um bom começo.
25.6.07
Palestra no 6º Giro de Comunicação, em União da Vitória
Conforme prometi aos participantes, aqui estão os links dos sites de onde retirei as informações apresentadas na palestra Marketing Direto: o alvo é a criatividade.
Notícias sobre o mercado publicitário, incluindo o Festival de Cannes
www.bluebus.com.br
http://aalonso.blog.uol.com.br/index.html
Blog do pessoal da agência Fábrica Comunicação Dirigida, com informações sobre o Festival de Cannes 2007
www.fabricad.com.br/cannes2007
Peças premiadas no Festival de Cannes 2007
www.canneslionslive.com
http://adsoftheworld.com/cannes_lions_2007_winners
Peças da campanha Lopetegui, que ganhou Grand Prix de Direct no Festival de Cannes 2007
http://217.116.20.135/awards/bancogallego/lopetegui
Agência de produção de conteúdo da Espanha (para receber a newsletter deles, é só se cadastrar)
www.manfatta.com
Notícias sobre o mercado publicitário, incluindo o Festival de Cannes
www.bluebus.com.br
http://aalonso.blog.uol.com.br/index.html
Blog do pessoal da agência Fábrica Comunicação Dirigida, com informações sobre o Festival de Cannes 2007
www.fabricad.com.br/cannes2007
Peças premiadas no Festival de Cannes 2007
www.canneslionslive.com
http://adsoftheworld.com/cannes_lions_2007_winners
Peças da campanha Lopetegui, que ganhou Grand Prix de Direct no Festival de Cannes 2007
http://217.116.20.135/awards/bancogallego/lopetegui
Agência de produção de conteúdo da Espanha (para receber a newsletter deles, é só se cadastrar)
www.manfatta.com
29.5.07
Criatividade (e eficácia) em marketing direto

Dia 24 de maio, acordei cedo e fui até a Universidade Tuiuti para falar sobre Criatividade em Marketing Direto no 6º Zap de Comunicação.
Não tinha muita gente (estava uns 5 graus na hora em que eu saí de casa), mas foi bacana. Mencionei rapidamente o que é importante nessa disciplina e apresentei alguns cases. A própria escolha das peças e campanhas já me levou a refletir sobre o papel do marketing direto hoje.
A Barata, da Master para a DDDrin, que levou Leão de Prata em Cannes, é um exemplo de criatividade, simplicidade e eficiência, mesmo que algumas das técnicas mais tradicionais não apareçam nessa peça (saiba mais aqui).


Já essa fabulosa ação do jornal sueco Sydsvenskan, também tem criatividade, simplicidade e ganhou Leão. Porém, boa parte do sucesso efetivo da campanha deve-se a uma das premissas básicas do marketing direto: a qualidade da lista.

Na Suécia, eles têm o hábito de comunicar os nascimentos através de anúncios de jornal. O Sydsvenskan recuperou anúncios originais, informando o nascimento de pessoas que, hoje em dia, são compradores de mídia. Colocou os papeizinhos em porta-retratos e escreveu "Sua primeira escolha de mídia".
Foi 100% de pertinência. Claro que eram apenas 45 pessoas. Mas com os recursos disponíveis hoje em dia, é possível obter boas listas mesmo com uma grande quantidade de nomes. O que conta mesmo é ter a cultura da comunicação dirigida.
12.2.07
Palestra na Unibrasil em 6/2/2007

Ensinei Redação Publicitária durante dois anos na Unibrasil. Foi uma época muito bacana, da qual tenho boas lembranças. Aprendi muito e espero que os alunos também tenham aprendido comigo.
Matei um pouquinho da saudade na semana passada, ao falar com os calouros de Publicidade e Propaganda sobre criação publicitária e sobre o Clube de Criação do Paraná. Desta vez, fui no papel de redatora da RMG e de diretora cultural do CCPR, que é muito mais legal do que ir como professora (santo de casa definitivamente não faz milagre).
Essas ocasiões sempre são ótimas. Neste caso, especificamente, senti uma realização toda especial: conectei o iBook à caixa de som e ao projetor e funcionou tudo de primeira.
Agradeço à professora Maria Paula Mader, coordenadora do curso, pelo convite, e à Celinha, do CCPR, pela companhia, pelas fotos e pela atenção aos detalhes importantes.
18.12.06
Participação no 3º Debate&Rebate do CCPR

O tema do 3º Debate&Rebate, realizado dia 6 de dezembro, na Fnac, foi o anuário do Clube de Criação do Paraná. Como deve ser a eleição dos jurados? Quantos júris devemos ter? Separa propaganda de bellow-the-line? Junta todo mundo?
A idéia era discutir essas questões. Apesar de não ter muita gente, foi um bom momento. A mesa foi composta pelos presidentes de júri do último festival (eu no de Marketing Direto), que deu origem ao 3º anuário, lançado dois dias antes.
Minha opinião: deve haver separação dos júris. A comunicação está cada vez mais segmentada. Os profissionais também. Cada área tem sua peculiaridade. Também acho que o critério de julgamento deve ser padronizado, e que uma das soluções para isso é definir esses critérios setorialmente, em primeiro lugar, e depois, alinhar entre todos os júris.
O debate continua on-line no site do CCPR (www.ccpr.org.br, link “Debates”), onde a participação é maior. Para dar opinião, tem que ser sócio.
29.10.06
Mediação do Debate&Rebate

Dia 23 de outubro, o Clube de Criação do Paraná promoveu o 1º Debate&Rebate. A idéia do evento é discutir temas de interesse dos profissionais da área. E para inaugurar, um assunto polêmico: “Criação em Crise”.
A formatação do projeto e a mediação do debate foram tarefas que couberam a mim, dentro das atribuições de Diretora Cultural do CCPR. Uma experiência interessante, mesmo que a mediação não tenha sido necessária.
Apesar das mais de duas horas de troca de idéias, da superlotação do auditório da Fnac e das questões levantadas, o clima foi muito tranqüilo.
Os debatedores desta edição foram Luciano Toaldo (Master), Mario D'Andrea (JWT), Renato Cavalher (OpusMúltipla), Luiz Groff (CCZ/Elétrica) e Rodolfo Amaral (ByVivas). O próximo Debate&Rebate acontece dia 21 de novembro, com outros diretores de criação.
15.10.06
Palestra no Fórum de Marketing e Comércio Exterior da Facinter

A criacão publicitária é a materialização dos objetivos, do posicionamento e das estratégias de marketing de um produto ou serviço. Todos esses aspectos estarão presentes no anúncio, no VT ou em outras peças de comunicação, através de recursos verbais, visuais, sonoros e imagéticos.
Para mostrar aos alunos do curso de Administração - habilitação em Marketing da Facinter (www.facinter.br) como esse processo acontece, ministrei uma palestra que aborda alguns fundamentos de publicidade e criação, exemplificados através do case das sandálias Havaianas (veja anúncios e comerciais no site da marca: www.havaianas.com.br).
Desta forma, os futuros profissionais puderam compreender um pouco mais sobre a importância da criação publicitária nas estratégias de marketing e comunicação de uma marca. Afinal, serão eles os responsáveis por "brifar" as agências e aprovar as campanhas.
O conteúdo também mostrou as atividades que o Clube de Criação do Paraná (www.ccpr.org.br) realiza em prol da preservação da memória e da valorização da criação publicitária paranaense.
"A criação publicitária no contexto do marketing"
Palestra proferida no dia 6 de outubro de 2006, dentro da programação do Fórum de Marketing e Comércio Exterior da Facinter.
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